Comunidade iraniano-americana protesta em Los Angeles e pede exclusão do Irã da Copa de 2026

Manifestação da comunidade iraniano-americana em Los Angeles
Membros da comunidade iraniano-americana realizaram uma manifestação no último domingo (14) nas proximidades do estádio de Los Angeles, que será uma das sedes da Copa do Mundo de 2026. O grupo pediu a exclusão da seleção do Irã da competição, portando bandeiras que datam do período anterior à Revolução Islâmica de 1979 e exibindo imagens de atletas que foram torturados pelo governo iraniano.
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Eles afirmaram que o país não deveria participar de jogos nos Estados Unidos enquanto continuar a reprimir seus cidadãos.
Mais cedo, a seleção iraniana deixou sua base de treinamento em Tijuana, no México, com destino a Los Angeles. A equipe recebeu apoio de torcedores, que se reuniram em grande número na calçada em frente ao hotel onde a seleção estava hospedada, na véspera da estreia contra a Nova Zelândia.
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A seleção havia trocado a base inicialmente prevista no Arizona por Tijuana depois que Estados Unidos e Israel passaram a atacar o Irã, a partir do fim de fevereiro.
Conflito político e esportivo
Esta edição da Copa do Mundo é a primeira desde 1930 em que um dos países-sede recebe uma seleção de uma nação com a qual está em guerra. A partida entre Irã e Nova Zelândia, que faz parte do Grupo G e está marcada para esta segunda-feira (15) em Los Angeles, ocorrerá em meio às tensões do conflito entre Estados Unidos e Irã, adicionando um componente político a um confronto inédito na história dos Mundiais.
Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido.
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Redação Esportes
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