Companhias Aéreas como Azul e Gol buscam crédito do Fnac para expansão e sustentabilidade
Companhias aéreas, incluindo Azul e Gol, buscam acesso a R$ 5,5 bilhões do Fnac. Descubra os compromissos e as contrapartidas exigidas!
Companhias Aéreas Buscam Acesso a Linhas de Crédito do Fnac
Na terça-feira (9), as companhias aéreas Azul, Gol, Latam e Abaeté Linhas Aéreas oficializaram junto ao ministério de Portos e Aeroportos o pedido de acesso às linhas de crédito do Fnac (Fundo Nacional de Aviação Civil). Com essa formalização, foi concluída a etapa administrativa necessária para a operacionalização dos financiamentos, após a aprovação das resoluções do Comitê Gestor do Fundo, que definiram os valores e a regulamentação das contrapartidas exigidas.
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Uma das principais contrapartidas é a ampliação da presença das companhias na Amazônia Legal e no Nordeste. As empresas deverão aumentar em 15% a proporção de frequências operadas nessas regiões em comparação ao ano anterior ou garantir que 17,5% de suas decolagens anuais ocorram nesses mercados.
Regras e Compromissos das Companhias
Além disso, as companhias precisarão aderir ao Pacto pela Sustentabilidade do ministério e implementar práticas de governança ambiental, social e corporativa (ESG). Também é necessário aumentar o uso de combustível sustentável de aviação (SAF) para promover uma redução adicional das emissões de CO₂.
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Durante o período de carência de algumas operações, as empresas não poderão aumentar a distribuição de lucros aos acionistas. A meta deve ser alcançada em até 24 meses e mantida por pelo menos um ano.
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social) será o responsável pela linha de crédito, que contará com R$ 5,5 bilhões disponíveis para 2026. As empresas que detêm mais de 5% do mercado doméstico poderão contratar até R$ 1,8 bilhão cada, enquanto as demais terão um limite de até R$ 166 milhões.
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As taxas de juros variam conforme a finalidade do financiamento: 4% para capital de giro, 6,5% ao ano para linhas voltadas ao SAF e à infraestrutura logística, 7% ao ano para manutenção de aeronaves e motores, e 7,5% ao ano para aquisição de aeronaves.