CNPq abre chamada de R$ 33 milhões para pesquisas com países do Brics

CNPq abre chamada para pesquisas com países do Brics
O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) lançou uma chamada para receber propostas de pesquisa em colaboração com os países do BRICS, que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o CNPq prevê investimento de R$ 33 milhões na iniciativa.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
As inscrições estão abertas até o dia 6 de julho.
Os projetos podem ser submetidos em duas modalidades: Redes Temáticas de Pesquisa, que promovem a cooperação multilateral entre instituições científicas, e Projetos Flagship, que são voltados para iniciativas estratégicas de grande escala com potencial de integração internacional.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Áreas prioritárias e financiamento
A chamada prioriza propostas que abordem temas como recursos hídricos, computação de alto desempenho, inteligência artificial, energia, saúde, biotecnologia, alimentação, ciência dos materiais, segurança digital e hidrogênio verde. O financiamento será realizado com recursos do governo federal.
Para participar, os interessados devem integrar consórcios internacionais compostos por pesquisadores dos países membros do BRICS e registrar previamente suas propostas no sistema internacional do programa. Em comunicado, o governo destacou que essa chamada é parte dos esforços para consolidar o Brasil como um protagonista em agendas internacionais de ciência, tecnologia e inovação, além de ampliar a cooperação em áreas estratégicas para o futuro da economia digital e sustentável.
A iniciativa tem como objetivo fortalecer a colaboração científica e tecnológica entre os países do bloco e apoiar projetos que possam gerar um impacto direto na qualidade de vida da população e no desenvolvimento sustentável.
Editoria:
Redação Saúde e Educação
A Redação Saúde e Educação reúne a cobertura do Clique Fatos sobre saúde, bem-estar e educação. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



