Ciclone Extratropical provoca ventos fortes em Santa Catarina e Paraná; saiba mais!

Ciclone Extratropical Atinge Santa Catarina e Paraná
Um ciclone extratropical impactou o Brasil na última quarta-feira (27), trazendo ventos que variaram entre 35 km/h e 45 km/h na costa de Santa Catarina e no Paraná. De acordo com o INMET (Instituto Nacional de Meteorologia), o fenômeno está se afastando rapidamente para o alto-mar, mas ainda afeta a região Sul até a noite.
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Durante sua formação, o ciclone gerou ventos intensos no Rio Grande do Sul, com registros de 89,3 km/h em Bagé, 85,0 km/h em Erechim, 80,6 km/h em Palmeira das Missões e 77,8 km/h em Porto Alegre. Informações da Nottus indicam que novas instabilidades devem se formar entre o interior do continente e a região.
Previsão do Tempo e Riscos Associados
Na sexta-feira (29), essas novas áreas de instabilidade devem avançar entre o Rio Grande do Sul e o Mato Grosso do Sul, resultando em algumas pancadas de chuva. Existe a possibilidade de raios e rajadas de vento de até 55 km/h durante as chuvas, mas não há previsão de temporais severos.
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O INMET esclarece que o ciclone extratropical é um fenômeno comum no Brasil, originado do choque entre massas de ar frio e quente. Sua escala é consideravelmente maior do que a de um tornado, e sua intensidade varia com a ocorrência de ventos fortes, tempestades e microexplosões, que são descargas de ar frio em alta velocidade que causam danos significativos ao atingir o solo.
Diferenças entre Ciclone e Tornado
Enquanto o ciclone extratropical possui uma formação mais complexa e é difícil de prever, o tornado é caracterizado pela presença da “nuvem funil” e se forma de maneira mais rápida. A Defesa Civil enfatiza a importância de a população ficar atenta aos alertas emitidos pelo órgão, uma vez que toda frente fria está associada a um ciclone, embora nem sempre isso resulte na formação de um tornado.
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Autor(a):
Júlia Mendes
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.



