China e Índia se oferecem para mediar fim da guerra na Ucrânia, diz Rússia

China e Índia oferecem mediação para guerra na Ucrânia durante cúpula do Brics, e Putin reage positivamente à proposta.

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Primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, presidente da China, Xi Jinping, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Nova Délhi | Foto: Reprodução/CNN Brasil
Primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, presidente da China, ...
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A Rússia informou nesta segunda-feira (14) que os líderes da China e da Índia manifestaram ao presidente Vladimir Putin a disposição de ajudar a mediar o fim da guerra na Ucrânia. Segundo o Kremlin, Putin reagiu de forma muito positiva à sugestão feita durante a cúpula do Brics, realizada em Nova Délhi.

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O porta-voz Dmitry Peskov confirmou que a conversa ocorreu à margem do encontro e que a Rússia está aberta a que qualquer país use sua influência para incentivar Kiev a demonstrar maior flexibilidade nas negociações.

Posição russa sobre Donetsk e a reação de Zelensky

Apesar do aceno diplomático, a Rússia deixou claro que deseja assumir o controle total do restante da região de Donetsk, no leste da Ucrânia.

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O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, rejeita qualquer concessão territorial aos russos. Para Kiev, ceder terras equivaleria a legitimar a invasão iniciada em fevereiro de 2022.

A Rússia afirma estar pronta para negociações.

O papel de China e Índia na mediação do conflito

A oferta de mediação feita por Pequim e Nova Délhi ocorre em um momento de intensa movimentação diplomática. China e Índia mantêm relações comerciais e estratégicas com a Rússia, mas também buscam preservar canais de diálogo com o Ocidente.

O porta-voz Dmitry Peskov não detalhou os termos exatos da proposta apresentada a Putin. A cúpula do Brics em Nova Délhi serviu como palco para encontros paralelos que podem ter avançado em direção a uma saída negociada.

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Agora, ambos os países parecem dispostos a usar sua influência para pressionar Kiev a ceder em alguns pontos.

No entanto, a exigência de controle total sobre Donetsk continua sendo o principal entrave para qualquer acordo.

A guerra na Ucrânia já dura mais de três anos, com milhares de mortos e milhões de deslocados. A comunidade internacional acompanha de perto os próximos passos da Rússia, enquanto China e Índia tentam consolidar seu papel como potências mediadoras no cenário global.

Atualização em 28/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

Atualização em 29/10/2026: o texto foi corrigido com base na fonte original.

A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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