César Rincon é alvo de operação em SC; polícia apreende 329 cartuchos em sítio

Liberado após pagar fiança de R 10 mil, César Rincon responderá em liberdade enquanto a investigação apura a origem e a finalidade das munições.

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O influenciador de agronegócio César Rincon foi alvo de um mandado cumprido pela Polícia Civil e pelo Poder Judiciário de Santa Catarina na manhã desta quarta – feira (9), em seu sítio, na cidade de Araranguá. A ação apurou uma suspeita de posse irregular de armas e munições na propriedade.

Durante a fiscalização, os policiais encontraram e apreenderam 329 cartuchos de munição de uso permitido. Também foram identificadas réplicas de armas do tipo airsoft, que, segundo a apuração, estavam registradas e acompanhadas de documentação fiscal regular.

Influenciador foi levado à delegacia

Após a operação, Rincon foi levado à sede da DIC (Divisão de Investigação Criminal da Polícia Civil de Santa Catarina) de Araranguá. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de posse irregular de munição de uso permitido.

A fiança foi arbitrada em R 10.000,00 e paga pelo influenciador. Com isso, ele foi liberado e poderá responder ao procedimento em liberdade.

Em nota à CNN, a assessoria de Rincon afirmou que a diligência ocorreu depois de uma denúncia sobre a possível existência de materiais ilícitos na propriedade. A equipe policial teria sido recebida de forma tranquila e colaborativa, sem resistência ou necessidade de arrombamento.

Defesa diz que munições seriam usadas contra javalis

De acordo com a assessoria, os agentes conversaram primeiro com integrantes da equipe e, depois, com o próprio Rincon. O influenciador prestou os esclarecimentos solicitados e foi conduzido à delegacia para o cumprimento dos procedimentos de praxe.

A defesa declarou que as munições apreendidas seriam destinadas, segundo informação de Rincon, à atividade de controle de javalis. A prática é comum no meio rural e está sujeita às exigências dos órgãos competentes, conforme a nota.

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A assessoria reforçou que o caso ainda está em fase de investigação e que o pagamento da fiança não representa reconhecimento de culpa. A defesa afirmou confiar no trabalho das autoridades e disse que apresentará, no momento oportuno, esclarecimentos sobre a origem, a destinação e o contexto dos materiais apreendidos.

Rincon permanece à disposição das autoridades e continuará colaborando com a investigação. Por causa do sigilo, do trabalho policial e do exercício do direito de defesa, a assessoria informou que não divulgará outros detalhes neste momento.