CBV barra inscrição de Tifanny Abreu, que recorre à Justiça para disputar torneios nacionais

Sem liminar, Tifanny Abreu não poderá ser escalada pelo Osasco enquanto a CBV mantiver as novas regras, e o clube enfrenta o Praia Clube nesta sexta-feira (16).

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Tifanny segue lutando para poder defender o Osasco nas competições nacionais.
Tifanny segue lutando para poder defender o Osasco nas competiçõ...
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A oposta Tifanny Abreu entrou na Justiça após a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) não liberar sua inscrição para competições nacionais. O Osasco, equipe da atleta de 41 anos, enfrenta o Praia Clube na Supercopa nesta sexta-feira (16), na abertura da temporada 2026-27 do vôlei nacional.

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A Justiça negou nesta manhã a liminar que permitiria a escalação de Tifanny nos próximos compromissos. A equipe jurídica recorreu ao pleno do STJD e também apresentou um pedido de liminar na Justiça comum; enquanto as novas regras estiverem em vigor, a atleta não poderá ser escalada pelo Osasco.

CBV respondeu com atraso sobre a elegibilidade

O advogado Luis Fernando Pamplona Novaes, que defende Tifanny, disse que a CBV respondeu 24 horas depois sobre a elegibilidade da atleta. A defesa entrou com uma ação na Justiça Desportiva e apresentou um mandado de garantia para tentar assegurar sua participação.

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Além da Supercopa Feminina, a nova diretriz da confederação também será aplicada à Superliga feminina, cuja temporada começa neste sábado (17).

Tifanny diz que não vai desistir de jogar

O título paulista conquistado pelo Osasco na última terça-feira (13) pode ter sido a despedida de Tifanny das quadras. Mesmo com a política adotada pela CBV, a atleta afirmou que pretende continuar lutando para atuar.

“Não vou desistir. Não vou abrir mão da minha história e muito menos do meu direito de continuar exercendo a profissão que escolhi e à qual dediquei tantos anos da minha vida”, publicou Tifanny em sua rede social.

“Quero continuar jogando, competindo e construindo minha trajetória até o momento em que eu mesma decidir encerrar minha carreira, com a dignidade, o respeito e o reconhecimento que todo atleta merece”, completou.

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Regra exige teste genético para atletas

A CBV aderiu em agosto deste ano à política do Comitê Olímpico Internacional (COI), que restringe a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino. A regra determina a apresentação de um teste genético com resultado negativo para o gene SRY, associado ao desenvolvimento masculino.

A política já existia internacionalmente e gerou repercussão por sua aplicação e pelo impacto direto na carreira de atletas como Tifanny.

A Redação Clique Fatos assina a cobertura geral do portal. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de fontes identificadas (órgãos oficiais, agências e veículos de imprensa) e passam por revisão editorial, sob responsabilidade do editor Aron Medeiros. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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