Carlos Viana diz que não é possível confirmar mesada de R$ 300 mil a Lulinha

O presidente da CPMI do INSS afirma que a única prova é o depoimento de uma testemunha.

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Foto: Reprodução
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Carlos Viana comenta suposta mesada a Lulinha

O senador Carlos Viana (Podemos-MG), que preside a CPMI do INSS, afirmou nesta segunda-feira (16) que não é possível confirmar que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, recebia uma mesada de R$ 300 mil. De acordo com Viana, a única prova apresentada até o momento é o depoimento de uma testemunha.

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Ele destacou que, devido à suspensão da quebra de sigilo bancário e fiscal pelo STF, não foi viável verificar se Lulinha recebia valores do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. “O que temos de evidência é uma testemunha que diz que ele recebia mesadas de 300 mil.

Não há como afirmar que isso é verdade, mas ele viajou com o Careca do INSS”, declarou o senador.

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A quebra de sigilo foi contestada pela defesa de Lulinha. O STF atendeu ao pedido e suspendeu a medida. Recentemente, a defesa reconheceu ao STF que Lulinha viajou a Portugal com as despesas custeadas pelo empresário. Edson Claro, ex-funcionário do Careca do INSS, teria informado à Polícia Federal que o filho do presidente estava envolvido em um esquema investigado, mas o advogado de Lulinha afirma que ele não recebeu pagamentos ilegais.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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