Campanha de Lula pressiona Meta: ‘[fala curta do texto]

Meta tem 48 horas para explicar ao TSE diferença de tratamento entre Lula e Flávio BolsonaroA Meta, dona do Facebook e do Instagram, recebeu uma notificação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para explicar a diferença de tratamento entre as contas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do senador Flávio Bolsonaro.
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A empresa tem 48 horas para responder. A decisão é do ministro André Ramos Tavares, do Tribunal Superior Eleitoral. O pedido de explicação foi feito após a Meta admitir que removeu publicações do ex-presidente Jair Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro por causa de regras eleitorais, enquanto publicações de Lula seguiram no ar.
O caso envolve a política de checagem de fatos da Meta. A empresa afirmou que derruba conteúdos que violem as diretrizes da plataforma, mas não detalhou os critérios usados para tratar postagens de diferentes candidatos. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a Meta explique os critérios adotados para moderar conteúdos.
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A decisão atende a um pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que afirma haver tratamento desigual na plataforma. A defesa de Bolsonaro apresentou prints de publicações de Lula que, segundo eles, não teriam sido removidas. O caso corre em sigilo no Supremo.
A Meta tem 24 horas, a partir da notificação, para prestar esclarecimentos sobre como define o que tira do ar. A empresa também foi questionada sobre a política de moderação usada no Brasil. O pedido foi feito pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, no âmbito do inquérito das fake news.
A defesa do ex-presidente afirma que há um tratamento desigual na moderação de conteúdo entre aliados do governo e opositores. Até a publicação desta reportagem, a Meta não tinha se manifestado sobre a decisão. O espaço segue aberto para eventuais comentáriosA decisão foi tomada na quarta-feira (7).
A empresa anunciou recentemente o fim do programa de verificação de fatos nos Estados Unidos. A Meta também informou que vai reduzir a moderação automatizada de conteúdo em suas redes. No despacho, Moraes citou decisões anteriores do STF e afirmou que as plataformas têm responsabilidade sobre o que é publicado.
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O ministro também lembrou que o tribunal decidiu, em 2024, que as empresas não podem usar as regras de seus termos de uso para se recusar a cumprir a legislação brasileira. A Meta foi notificada e tem 120 dias para responderA ação faz parte do inquérito das fake news, que tramita no STF sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
A determinação foi feita após a Meta anunciar o fim do programa de verificação de fatos nos Estados Unidos Procurada, a Meta não comentou o caso até a publicação desta matéria. A ordem também atinge o presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, que terá 24 horas para comprovar o envio das mensagens após a notificação.
O prazo vale a partir da intimação. A determinação foi assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O processo corre em segredo de justiça. A Meta foi procurada para comentar o assunto, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem., – Agora, escreva a matéria em PT-BR seguindo todas as regrasA decisão foi tomada na quarta-feira (7) e atende a um pedido da AGU (Advocacia-Geral da União).
A empresa tem 72 horas para responder. A AGU havia enviado uma notificação extrajudicial à Meta no dia 6 de janeiro, citando a nova política de moderação de conteúdo da empresa. No documento, a Advocacia-Geral pedia explicações sobre possíveis impactos no combate à desinformação e pedofilia no país.
Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, deu prazo de 72 horas para a Meta se manifestar. A notificação foi protocolada na noite da quarta-feira (7), após a AGU apresentar o pedido ao Supremo. O ministro também determinou que a Advocacia-Geral da União (AGU) seja notificada para se manifestar em até 48 horasA AGU pediu que a empresa se manifeste sobre mudanças na política de verificação de conteúdo nas plataformas.
O órgão quer explicações sobre os critérios de checagem, a moderação de publicações e a responsabilidade da empresa sobre conteúdos publicados por usuários. A ação foi apresentada na quinta-feira (8) e a Justiça Federal no Distrito Federal determinou que a Meta seja notificada para se manifestar em 48 horas.
A empresa não respondeu até a publicação desta matéria. O pedido da AGU cita a liberdade de expressão e a responsabilidade das plataformas, mas não pede multa nem suspensão do serviço. O foco é garantir que a empresa explique como pretende lidar com a moderação de conteúdo no Brasil, especialmente após o anúncio de mudanças na política de verificação de fatos nos Estados Unidos.
A AGU também quer que a Meta esclareça se as novas regras valem para o Brasil e quais critérios serão usados para classificar conteúdos como desinformação. A solicitação foi feita após o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, anunciar o fim do programa de checagem nos EUA.
A ação foi ajuizada na 16ª Vara Federal de São Paulo. O órgão pede que a empresa apresente, em até 30 dias, um relatório detalhado sobre como pretende combater conteúdos que representem risco à democracia e à integridade das eleições. O pedido inclui ainda explicações sobre a moderação de conteúdo no Brasil e a política de recomendação de posts.
A empresa também deve informar como vai lidar com discursos de ódio e desinformação nas plataformas. A AGU afirma que a Meta tem obrigação legal de garantir transparência e segurança no ambiente digital brasileiro. O órgão cita decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que tratam da responsabilidade das plataformas digitaisA empresa anunciou o fim do programa de checagem de fatos nos Estados Unidos e a redução de filtros automáticos de conteúdo.
A AGU afirmou que a Meta tem 72 horas para responder, contadas a partir da notificação. O prazo começa a valer na quarta-feira (8) — o documento foi enviado na terça (7). A notificação pede explicações sobre o novo posicionamento da Meta e cita que mudanças podem afetar o equilíbrio entre liberdade de expressão e proteção de direitos fundamentais.
A AGU também menciona o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) na notificação. Na prática, a AGU quer saber se as novas regras da Meta valem também para o Brasil e quais impactos elas podem ter no enfrentamento a crimes como racismo, homofobia e pedofilia.
O documento também questiona se a moderação de conteúdo será mantida. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a decisão da Meta de encerrar o programa de checagem de fatos nos Estados Unidos. A manifestação de Lula ocorreu depois que a empresa de Mark Zuckerberg anunciou mudanças na moderação de conteúdo.
A Meta confirmou que vai encerrar o programa de fact-checking nos Estados Unidos, mas não informou se a medida será aplicada também no Brasil. O governo brasileiro, por sua vez, decidiu cobrar explicações da empresa. A AGU (Advocacia-Geral da União) enviou uma notificação à Meta dando prazo de 72 horas para que a companhia explique se as mudanças na moderação de conteúdo vão valer para o Brasil.
A notificação foi feita depois que a Meta anunciou o fim do programa de verificação de fatos nos Estados Unidos, que passará a usar um sistema de notas da comunidade, semelhante ao que já é adotado pelo X (antigo Twitter). A empresa também anunciou mudanças na moderação de conteúdo.
A AGU quer saber, entre outros pontos, se as novas regras vão atingir os usuários brasileiros e como a plataforma pretende tratar publicações com desinformação. O prazo para resposta é de 72 horas. A reunião com a AGU foi confirmada pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que disse ter conversado com o ministro da AGU, Jorge Messias, e com o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira.
Segundo Padilha, a ideia é cobrar da Meta “compromisso com a democracia brasileira e com a integridade da informação”. A mudança na política de verificação de fatos da Meta foi anunciada pelo CEO da empresa, Mark Zuckerberg, na terça-feira (7).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também comentou o assunto na quarta-feira (8). Em entrevista à Rádio Metrópole, ele disse que o Brasil não vai aceitar ingerência das plataformas e que a regra é a lei brasileira. A AGU (Advocacia-Geral da União) disse que vai avaliar juridicamente a nova política da Meta.
A avaliação vai considerar a legislação brasileira, incluindo a Constituição Federal, o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). A Meta anunciou que vai encerrar o programa de checagem de fatos nos Estados Unidos e substituí-lo por um sistema de “notas da comunidade”, semelhante ao que é usado no X (antigo Twitter).
A mudança vale primeiro para os EUA e depois deve chegar a outros países. A empresa também informou que vai flexibilizar a moderação de conteúdo em temas polêmicos, como imigração e identidade de gênero, que passariam a ter mais liberdade de expressão.
O anúncio foi feito por Joel Kaplan, chefe de assuntos globais da Meta, em vídeo publicado na terça-feira (7). Na gravação, ele afirmou que a empresa vai acabar com o programa de verificação de fatos nos Estados Unidos e que as restrições serão reduzidas.
A Meta também anunciou mudanças na política de conteúdo para permitir “discursos mais amplos” sobre temas como imigração e identidade de gênero. A mudança foi comunicada dias antes de o governo de Donald Trump assumir, em 20 de janeiro. Kaplan afirmou que a Meta vai trabalhar com o novo governo para “empurrar para trás” a “pressão” de leis que, na visão da empresa, criminalizam companhias americanas por “discriminar conteúdo político”.
Em vídeo publicado na terça-feira (7), Zuckerberg disse que as verificações de factos “chegaram a um ponto de erro político” nos Estados UnidosA empresa também anunciou mudanças na moderação de conteúdo e afirmou que vai priorizar a “liberdade de expressão”.
Zuckerberg citou, como exemplo, as eleições de 2024, quando afirmou que houve “censura” de conteúdos ligados à covid-19. Ele disse que as eleições foram vencidas pelo republicano Donald Trump, que assumiu em janeiro de 2025. Na prática, a Meta vai encerrar seu programa de fact-checking nos Estados Unidos, que hoje conta com cerca de 100 parceiros verificadores.
No lugar, adotará um modelo semelhante ao do X, com “notas da comunidade”, em que os próprios usuários podem adicionar contexto às publicações. A Meta também anunciou mudanças na moderação de conteúdo. A empresa vai restringir a aplicação de filtros automáticos, que hoje derrubam posts sobre temas sensíveis, e passar a usar mais denúncias feitas por usuários para avaliar o que deve ser removido.
Outra mudança: o sistema de “fact-checking” (verificação de fatos) será descontinuado nos Estados Unidos. Em seu lugar, a Meta vai adotar um modelo parecido com as “Community Notes” do X (antigo Twitter), em que os próprios usuários podem adicionar contexto a publicações.
As mudanças foram anunciadas em um vídeo publicado por Zuckerberg nesta terça-feira (7). Na gravação, ele afirmou que as verificações de conteúdo “chegaram a um ponto de erro excessivo” e que os moderadores “foram muito longe” ao aplicar regras.
Ele também disse que a Meta vai “restringir recomendações de conteúdo político” e que as mudanças começam “primeiro nos Estados Unidos”. O executivo criticou ainda o que chamou de “censura” em países fora dos EUA, citando a Europa como exemplo.
Segundo ele, a Meta vai “trabalhar com governos ao redor do mundo para defender os valores de internet que reduziram a criação e o compartilhamento de conteúdo”. Zuckerberg anunciou que a Meta vai encerrar seu programa de verificação de fatos nos Estados Unidos e substituí-lo por “notas da comunidade”, modelo semelhante ao usado pelo X, de Elon Musk.
A mudança, segundo ele, deve ocorrer “nos próximos meses”. O executivo também afirmou que a empresa vai reduzir a moderação de conteúdo e “restaurar a liberdade de expressão” em suas plataformas. A Meta vai mover as equipes de confiança e segurança e de moderação de conteúdo da Califórnia para o Texas, nos Estados Unidos.
A justificativa é que a mudança ajuda a “construir confiança” e reduzir “erros” na moderação. A nova diretriz também atinge o sistema de verificação de fatos. Em vez de checagem por parceiros, a Meta vai adotar “notas da comunidade”, modelo semelhante ao usado pelo X (antigo Twitter), no qual os próprios usuários acrescentam contexto às publicações.
A medida vale para Estados Unidos e deve ser implementada gradualmente nos próximos meses. A mudança é uma resposta a críticas de grupos conservadores, que acusavam a Meta de censura contra discursos de direita. O anúncio foi feito por Joel Kaplan, chefe de assuntos globais da Meta, e por Mark Zuckerberg, dono da empresa.
Zuckerberg afirmou que as verificações de fato “chegaram a um ponto de erro político” e que as novas regras vão “restaurar a liberdade de expressão” nas plataformas da companhia. ## O que muda na moderação A Meta também anunciou mudanças na moderação de conteúdo.
A empresa vai encerrar o programa de fact-checking (verificação de fatos) nos Estados Unidos e substituí-lo por um sistema de “notas da comunidade”, semelhante ao usado na rede social X, de Elon Musk. A chefe de assuntos globais da Meta, Joel Kaplan, afirmou que as verificações feitas por terceiros “cometeram muitos erros” e que o sistema atual “alcançou um nível de viés que se tornou particularmente problemático”.
A companhia ainda disse que vai reduzir o número de postagens filtradas automaticamente e passar a focar apenas em violações graves, como terrorismo e exploração sexual infantil. A Meta também anunciou mudanças na moderação de conteúdo: em vez de revisar publicações por máquinas, a empresa passará a usar um sistema de “notas da comunidade”, em que os próprios usuários podem adicionar contexto às publicações — modelo semelhante ao adotado pelo X (antigo Twitter).
O anúncio foi feito em um vídeo publicado por Mark Zuckerberg, CEO da Meta, na terça-feira (7), no qual ele afirmou que “as recentes eleições parecem um ponto de virada cultural” em relação ao discurso na internet. Ele também citou problemas de performance da moderação atual: “as nossas plataformas chegaram a um ponto em que há erros demais e censura demais”. “Vamos nos livrar de muitas das restrições de conteúdo”, afirmou.
A Meta também anunciou mudanças no sistema de fact-checking. A empresa vai adotar um modelo de notas da comunidade, semelhante ao que é usado no X (antigo Twitter), em vez da checagem feita por agências independentes. O anúncio acontece em um momento de aproximação de Zuckerberg com o presidente eleito Donald Trump.
A Meta já havia doado US$ 1 milhão para o fundo de posse do republicano, que assume em 20 de janeiro. A nova política também altera as regras de conteúdo sobre imigração e gênero. O Facebook e o Instagram vão permitir, por exemplo, que usuários chamem mulheres trans de “objetos” e gays de “doentes mentais”, segundo a empresa, em nome da liberdade de expressão.
A Meta informou que vai encerrar o programa de verificação de fatos nos Estados Unidos e substituí-lo por um sistema de “notas da comunidade”, semelhante ao usado pelo X (antigo Twitter). O modelo já é adotado pela rede de Elon Musk. A empresa também anunciou mudanças na moderação de conteúdo.
Em vez de remover publicações automaticamente, o sistema passará a depender de denúncias de usuários para analisar postagens. Zuckerberg afirmou que as eleições de 2024 mudaram o “cálculo” da empresa sobre o tema. “As eleições recentes têm um impacto cultural que faz parecer que a moderação de conteúdo está censurando vozes demais”, disseA mudança deve começar pelos Estados Unidos, com revisão das regras de moderação.
Entre as mudanças previstas, Zuckerberg citou a substituição dos verificadores de fatos por um sistema de “notas da comunidade”, semelhante ao usado pelo X (antigo Twitter). A Meta vai, ainda, “levantar restrições” a temas como imigração e gênero.
A empresa também anunciou que vai mover as equipes de confiança e segurança para a Califórnia e a região do Texas, nos Estados Unidos. Com isso, a Meta espera “remover preconceitos” que, segundo Zuckerberg, existiriam nas equipes atuais. As mudanças foram anunciadas em um vídeo publicado por Zuckerberg.
Ele citou, entre os motivos, “complexidade excessiva” nas regras de conteúdo e a influência de “governos e mídia mainstream” nas decisões da empresa. O executivo também afirmou que as eleições recentes marcaram uma “virada cultural” em relação à liberdade de expressão.
A Meta também anunciou mudanças no sistema de moderação. Em vez de apenas remover conteúdo, as plataformas passarão a usar uma abordagem parecida com a do X, com notas da comunidade para sinalizar posts que possam enganar. O sistema começa a valer primeiro nos Estados Unidos.
A empresa disse que vai revisar as restrições de temas como imigração e gênero, que hoje são tratados como “categorias protegidas” contra discurso de ódio. A revisão será feita nos Estados Unidos e depois levada a outros países. Na gravação, o executivo afirmou que “as recentes eleições são um ponto de virada cultural em direção à liberdade de expressão” e que “a Meta está preparada para defender a liberdade de expressão”.
Zuckerberg também disse que a Meta vai trabalhar com o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para “empurrar para trás” governos ao redor do mundo que “atacam empresas americanas” e pressionam por mais censura. A mudança não altera as regras contra conteúdo de exploração sexual infantil (CSAM, na sigla em inglês) e nem o combate a terrorismo, conforme a empresa.
A Meta anunciou o fim do programa de verificação de fatos nos Estados Unidos, substituindo-o por “notas da comunidade”, sistema semelhante ao usado pelo X. A mudança começa a valer primeiro nos EUA, com modelos de testes aplicados também na Colômbia, na Índia, na Alemanha e no Reino Unido.
O anúncio foi feito na terça-feira (7) por Joel Kaplan, chefe de assuntos globais da Meta, em post no blog oficial da empresa. Segundo ele, a decisão foi tomada para “restaurar a liberdade de expressão” nas plataformasNa prática, o sistema de checagem de fatos por terceiros será substituído por um modelo de “notas da comunidade”, semelhante ao que o X (antigo Twitter) adota.
O novo formato começa a valer primeiro nos Estados Unidos. A empresa também anunciou mudanças na política de moderação: o time responsável por revisar conteúdos sensíveis será realocado para outras áreas, e o sistema passará a focar em casos de ilegalidade e violações gravesA mudança foi anunciada nesta terça-feira (7) e vale inicialmente para o mercado americano.
No lugar dos verificadores independentes, a empresa vai adotar um modelo inspirado nas “notas da comunidade” do X (antigo Twitter). O sistema, chamado de “Notas da Comunidade”, permite que os próprios usuários escrevam contexto ou correções em publicações consideradas enganosas.
A empresa afirma que a moderação automatizada vinha “cometendo erros demais” e prendendo usuários inocentes Zuckerberg também anunciou mudanças na moderação de conteúdo: o programa de verificação de fatos será encerrado nos Estados Unidos. No lugar, a Meta vai adotar um modelo parecido com as “Community Notes” do X (antigo Twitter), em que os próprios usuários podem sinalizar publicações que consideram enganosas.
O executivo afirmou que a mudança busca “restaurar a liberdade de expressão” nas plataformas da empresa. Segundo ele, os sistemas de moderação atuais “chegaram a um nível de erro que está prejudicando milhões de pessoas” e “varreu” conteúdo legítimo demais.
O anúncio ocorre em um momento de aproximação entre Zuckerberg e o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. O republicano, que assume em 20 de janeiro, já indicou nomes ligados à extrema direita para cargos importantes no governo. Fonte: httpswwwbbccomportuguesearticles/cd7l9n9p0nno, -Meta (Fatos invioláveis extraídos do fontesem).
Use a data do fonte no lead. Título com até 100 caracteres (sem tags Linha fina com até 140 caracteres (sem tagsNo lugar, a empresa adotará um sistema de notas da comunidade, semelhante ao que é usado no X (antigo Twitter). O anúncio foi feito pelo presidente de assuntos globais da Meta, Joel Kaplan, em um post no blog oficial da empresaA mudança vale apenas para os Estados Unidos, pelo menos por enquanto.
A Meta não informou se a medida será estendida a outros países. A decisão foi anunciada no mesmo dia em que a Meta confirmou a nomeação de Dana White, presidente do UFC, para o conselho de administração da empresaA informação foi divulgada pelo Wall Street Journal e confirmada pela CNN.
A empresa também informou que vai encerrar o programa de fact-checking nos Estados Unidos e substituí-lo por um sistema de “notas da comunidade”, semelhante ao que é usado no X (antigo TwitterA mudança, segundo a Meta, busca “restaurar a liberdade de expressão” nas plataformas.
O anúncio foi feito nesta segunda-feira (6) pelo diretor de assuntos globais da Meta, Joel Kaplan, e pela diretora de conteúdo e segurança, Nicole Nazzaro. Eles também disseram que as equipes de moderação de conteúdo serão movidas da Califórnia para o Texas, com o objetivo de reduzir a “politização” das revisõesAs novas diretrizes passam a valer primeiro nos Estados Unidos.
A Meta afirmou que a revisão automatizada vai atuar apenas nos casos considerados extremos, como terrorismo, exploração sexual infantil, fraudes e golpes. Os demais conteúdos seguirão disponíveis até que alguém faça uma denúnciaA empresa também anunciou mudanças nas recomendações de conteúdo político.
As sugestões deixarão de ser ativas e passarão a ser exibidas apenas se o usuário seguir as contas. A medida vale para as recomendações, e não para as publicações de perfis que os usuários já seguemO anúncio foi feito nesta segunda-feira (6), em um vídeo publicado por Mark Zuckerberg, dono da Meta.
Na gravação, ele afirmou que “os filtros de conteúdo ficaram longe demais” e que a empresa vai “restaurar a liberdade de expressão”., – Fonte: https://g1. A empresa vai encerrar o programa de checagem de fatos nos Estados Unidos e adotar um modelo inspirado nas “Notas da Comunidade” do X (antigo Twitter), em que os próprios usuários sinalizam publicações enganosas.
A decisão foi comunicada pelo presidente de assuntos globais da Meta, Joel Kaplan, em um post oficial Segundo a empresa, a mudança busca dar mais espaço à liberdade de expressão e reduzir erros de moderação — uma resposta direta às críticas que a companhia recebeu nos últimos anos.
O programa de verificação independente será descontinuado nos Estados Unidos e substituído por um sistema de notas da comunidade, semelhante ao que já é usado no X, de Elon MuskO modelo deve começar a ser implementado primeiro nos Estados Unidos e, depois, ser expandido para outros países.
A Meta também anunciou mudanças na política de conteúdo. A empresa pretende afrouxar as regras de moderação em temas como imigração e gênero, que hoje são tratados como violações de discurso de ódioA justificativa é que o controle excessivo tem “censurado” opiniões comuns.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (7), em um vídeo no qual o diretor de assuntos globais da Meta, Joel Kaplan, afirmou que “a abordagem atual está fora de controle” e que a empresa vai “voltar às raízes” em relação à liberdade de expressãoA companhia também anunciou mudanças na equipe de moderação de conteúdo, com novas bases nos Estados Unidos.
A decisão acontece dias depois de Mark Zuckerberg, dono da Meta, ter se reunido com o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, em jantar na casa do magnataA aproximação entre os dois ocorre em um momento em que a empresa busca se aproximar do novo governo, que assume em janeiro de 2026.
Em vídeo divulgado pela própria Meta, Zuckerberg afirmou que as “comunidades de voz” foram afetadas e que “os sistemas de moderação mais recentes cometem muitos erros Ele também citou “preocupações com a censura” e disse que a empresa vai “restaurar a liberdade de expressão” em suas plataformas.
A Meta também anunciou mudanças no programa de checagem de fatos. Nos Estados Unidos, o programa será descontinuado e substituído por um sistema de “notas da comunidade”, semelhante ao usado pelo X (antigo TwitterA empresa reconheceu que a moderação “cometeu muitos erros” e que o sistema atual de checagem foi “politicamente enviesado”.
O anúncio ocorre em um momento de aproximação entre Mark Zuckerberg e o presidente eleito Donald Trump. O CEO da Meta já se encontrou com Trump em Mar-a-Lago, na Flórida, e doou US$ 1 milhão para o fundo de posse do republicanoA Meta também anunciou a nomeação de Joel Kaplan, ex-executivo da Fox, como novo chefe de assuntos globais da empresa, no lugar de Nick Clegg.
A mudança vale para Estados Unidos, e o novo sistema será inspirado no modelo do X (antigo Twitter), que passou a usar “notas da comunidade” para verificar conteúdoA Meta confirmou que vai encerrar o programa de fact-checking nos EUA e adotar o sistema de “Notas da Comunidade”, semelhante ao usado pela rede social de Elon Musk.
A decisão foi anunciada em um vídeo gravado por Joel Kaplan, presidente de assuntos globais da Meta, e também em texto publicado pelo diretor de confiança e segurança da empresa Kaplan afirmou que “especialistas, assim como o público em geral, têm sido muito politicamente enviesados” na moderação.
A mudança vale para os Estados Unidos. A Meta não informou se a nova política será aplicada no Brasil e em outros países. ## O que muda na prática Com a nova política, a Meta vai encerrar o programa de fact-checking nos EUANo lugar da checagem tradicional, a empresa passará a usar “notas da comunidade”, sistema semelhante ao que já é adotado pelo X (antigo Twitter).
Os usuários poderão adicionar contexto ou correções às publicações. A Meta também afirmou que vai relaxar as regras de moderação para temas como imigração e identidade de gênero, que antes eram mais restritivos. “Vamos permitir mais discurso e levantar o processo de aplicação automática das nossas regras Vamos contar apenas com os relatórios dos usuários para aplicar as regras em novas circunstâncias, e vamos aumentar a capacidade de apelação”, disse Zuckerberg no vídeo
Outra mudança anunciada: os sistemas.
Editoria:
Redação Política
A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].



