Caminhoneiros encerram protesto em Quequén após acordo que promete mudanças significativas

Após mais de duas semanas de tensão, caminhoneiros em Quequén encerram protesto com acordo que garante aumento de tarifas e limita despesas. Descubra os

26/04/2026 16:21

2 min

Caminhoneiros encerram protesto em Quequén após acordo que promete mudanças significativas
(Imagem de reprodução da internet).

Protesto de Caminhoneiros em Quequén Chega ao Fim

Após mais de duas semanas de tensão, o protesto de caminhoneiros na cidade de Quequén, localizada no sul da província de Buenos Aires, chegou ao fim. Um acordo entre motoristas e agricultores resultou em um aumento de 16% na tarifa vigente, além de estabelecer um limite para as despesas administrativas, que não poderão ultrapassar 2%.

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Essa medida representa uma redução significativa em relação às tarifas que geravam controvérsia anteriormente.

Além disso, ficou decidido que as taxas de estacionamento para o Sítio 0 da Quequén S.A. permanecerão inalteradas. Também foi estipulado que, após 24 horas da entrada de cada caminhão com vaga de estacionamento na área portuária, caso o veículo permaneça estacionado, o transportador deverá pagar a taxa correspondente.

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Mediação e Impactos da Paralisação

O acordo foi alcançado com a mediação do presidente do Consórcio de Gestão, Mariano Carrillo, da deputada nacional Jimena López e do diretor de Licenças e Autorizações para Transporte de Carga, Miguel Ángel Bettili. A reunião contou ainda com a presença de representantes do setor agrícola, silos de grãos e autoridades portuárias.

A paralisação resultou na impossibilidade de carregamento de 347,6 mil toneladas de grãos, acarretando perdas estimadas em US$ 280 milhões. Dentre as toneladas não embarcadas, 126 mil são de sementes de girassol, 118,6 mil de milho, 78 mil de trigo e 25 mil de cevada.

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Motivos do Conflito

Os motoristas acamparam ao longo de uma estrada que leva ao porto, bloqueando a passagem de caminhões de grãos enquanto negociavam aumentos de tarifas com empresas de armazenamento e grupos de produtores agrícolas. O cerne do conflito estava na disputa sobre os preços dos fretes.

Caminhoneiros estacionados perto da rotatória na entrada de Quequén relataram que os custos aumentaram muito mais rapidamente do que a receita.

Neste ano, o preço do diesel acumulou aumentos superiores a 30%, o que desestabilizou os preços de referência do setor. Nesse cenário, os motoristas exigiam um aumento que variava entre 25% e 30%, dependendo da rota e da região, bem acima das propostas discutidas nas mesas de negociação.

Autor(a):

Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.

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