Brest recebe o Nice ainda de luto por Eric Roy, técnico que levou o clube à Champions

O Brest enfrenta o Nice em casa na sexta-feira, às 15h45 (de Brasília), pelo Campeonato Francês, ainda sentindo a ausência do técnico Eric Roy. O treinador, que levou o clube à Champions League em 2024-25, morreu em 17 de junho deste ano, aos 58 anos, vítima de um câncer no pâncreas.
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Na tabela, o time não vai mal: está na décima posição, com nove pontos. O vazio, porém, aparece no banco de reservas e nas arquibancadas, onde os torcedores homenageiam Roy desde a morte dele. A partida terá transmissão ao vivo e com imagens da CNN Brasil.
Julien Lachuer assumiu o Brest em junho
Desde a morte de Roy, o clube tenta se reencontrar sob o comando de Julien Lachuer. Ele assinou contrato de duas temporadas em junho.
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A família do treinador comunicou a morte à época. “Durante três anos e meio, papai lutou contra um câncer de pâncreas. Ao longo desse tempo, ele continuou a viver com uma força que ainda nos impressiona”, escreveram os parentes.
Roy tirou o Brest da zona de rebaixamento e o levou à Champions
Roy chegou ao Brest em janeiro de 2023 para substituir Michel Der Zakarian. O clube ocupava a 17ª posição da Ligue 1 e brigava contra a queda. Na segunda metade daquela temporada, o técnico reorganizou o time e garantiu a permanência na primeira divisão.
No ano seguinte veio o auge. O Brest surpreendeu a França, terminou o campeonato em terceiro lugar e conquistou, pela primeira vez na história, uma vaga na Liga dos Campeões. A campanha rendeu a Roy o prêmio de melhor treinador da Ligue 1.
Na estreia europeia, a equipe avançou até o play-off de acesso às oitavas de final e caiu diante do Paris Saint-Germain, que acabaria campeão. Querido pela torcida, Roy ganhou o apelido de “Rei”.
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Carreira como jogador começou e terminou em Nice
Nascido em Nice, em 26 de setembro de 1967, Roy também teve carreira como meio-campista. Defendeu Toulon, Lyon e Olympique de Marseille, clube pelo qual chegou à final da Copa da Uefa em 1999.
Ele ainda jogou no Sunderland, da Inglaterra, no Troyes e no Rayo Vallecano, da Espanha. Voltou depois ao Nice, onde encerrou a carreira profissional em 2004.
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Redação Esportes
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