Brasil lidera ranking da Fifa de exportação de jogadores com 2.183 atletas

Brasil lidera com folga a lista da Fifa, que aponta França, Argentina e Nigéria na sequência entre os maiores exportadores de atletas.

22/09/2026 12:18

2 min

Rayan em ação pelo Burnemouth
Rayan em ação pelo Burnemouth

Exportação de jogadores bate recorde em 2026 com Brasil na liderançaO futebol brasileiro segue como o maior celeiro de atletas do planeta. Levantamento divulgado nesta temporada mostra que o Brasil é o país que mais exportou jogadores em 2026, com 2.183 atletas negociados com clubes estrangeiros. O número coloca o país à frente de França e Argentina, que completam o pódio. A pesquisa considera transferências definitivas e empréstimos realizados ao longo do ano. Na prática, o levantamento reforça a posição do futebol nacional como principal fornecedor de mão de obra para ligas ao redor do mundo. França e Argentina aparecem na sequência A França registrou 1.502 jogadores negociados no período, ocupando a segunda colocação no ranking. Já a Argentina vem logo atrás, com 1.312 atletas transferidos para o exterior. A Nigéria aparece na quarta posição, com 1.015 saídas, seguida pela Espanha, com 948. O volume de negócios envolvendo países europeus e africanos mostra a capilaridade do mercado da bola, que movimenta cifras bilionárias ano após ano. Demais países que fecham a lista Portugal contabilizou 788 jogadores negociados, enquanto a Inglaterra soma 714. Colômbia (707) e Croácia (688) também aparecem entre os dez primeiros, fechando a lista com a Alemanha, que registrou 675 atletas transferidos. Os números reforçam a relevância de ligas secundárias e emergentes como vitrines para atletas que buscam espaço no cenário internacional. Países como Portugal e Croácia, por exemplo, são conhecidos pela tradição na formação de jogadores e pela rápida revenda para ligas mais fortes. Brasil mantém hegemonia histórica A liderança brasileira não é novidade. O país sustenta há décadas a posição de maior exportador de futebolistas, alimentado por uma base extensa de clubes formadores e pela constante saída de jovens promessas para a Europa e Ásia. Com o mercado aquecido, a expectativa é que o número de negociações continue crescendo nos próximos anos. A demanda por atletas sul – americanos e africanos segue alta, o que deve manter o Brasil no topo do ranking por um bom tempo.

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Autor(a):

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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