Brasil intensifica esforços para recuperar fósseis e patrimônios culturais do exterior
O Brasil intensifica esforços para recuperar fósseis e patrimônios culturais, com negociações em andamento em vários países. Descubra os detalhes!
Esforços do Brasil para Recuperar Fósseis e Patrimônios Culturais
O governo brasileiro, juntamente com pesquisadores e instituições científicas, está empenhado na recuperação de fósseis de dinossauros e outros patrimônios naturais e culturais que foram levados para fora do país. Conforme informações do Ministério das Relações Exteriores (MRE), existem pelo menos 20 negociações em andamento para a restituição desses bens, envolvendo países da Europa, América do Norte e Ásia.
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A Procuradoria-Geral da República no Ceará destaca que os Estados Unidos lideram o número de pedidos de devolução, com oito ações em aberto. Em seguida, aparecem Alemanha, Reino Unido e Itália, além de negociações com França, Suíça, Irlanda, Portugal, Uruguai e Japão.
O aumento das discussões sobre o “colonialismo científico” nos últimos anos tem impulsionado essas iniciativas, uma prática que envolve a retirada de bens de países como o Brasil para serem estudados e expostos em museus internacionais.
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Descobertas Arqueológicas e Paleontológicas Recentes
Em 2026, diversas descobertas científicas têm chamado a atenção. Um estudo revelou que o Tyrannosaurus rex (T.rex) leva cerca de 35 anos para atingir seu tamanho máximo, podendo pesar até oito toneladas. Além disso, vestígios encontrados no intestino de um filhote de lobo siberiano, datado de 14 mil anos, permitiram sequenciar o genoma do rinoceronte-lanudo da era glacial.
Outra descoberta significativa foi a cerâmica Halafiana encontrada em Arpachiyah, no Iraque, que apresenta imagens de plantas pintadas e pode ser um dos exemplos mais antigos do pensamento matemático humano, com até 8.000 anos. Cientistas também analisaram uma múmia de guepardo de aproximadamente 2 mil anos, encontrada em cavernas na Arábia Saudita, que possibilitou a coleta de DNA do animal.
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Novas Espécies e Fósseis Descobertos
Pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências Sociais descobriram fossas de 3.000 anos com restos de grandes felinos, sugerindo a existência de um antigo “zoológico” na China. Na Indonésia, um contorno de mão feito com pigmento vermelho, datado de pelo menos 67.800 anos, pode ser a arte rupestre mais antiga do mundo, segundo um estudo da Universidade Griffith.
Além disso, escavações arqueológicas em Roma revelaram piscinas monumentais e um santuário possivelmente dedicado ao culto de Hércules, além de túmulos da época republicana. Na Bulgária, esqueletos de cães com marcas de cortes foram encontrados, indicando que a carne canina era consumida há 2,5 mil anos.