Bolsas asiáticas fecham sem direção única com guerra no Oriente Médio e dados da China
Fechamento das Bolsas Asiáticas em 16 de Março de 2026
As bolsas asiáticas encerraram o dia sem uma tendência definida nesta segunda-feira, 16 de março, enquanto os investidores continuam a monitorar os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, que já está em sua terceira semana. Além disso, eles avaliam dados econômicos da China que superaram as expectativas.
O índice japonês Nikkei apresentou uma queda de 0,13% em Tóquio, fechando a 53.751,15 pontos. Em contraste, o sul-coreano Kospi teve um avanço de 1,14% em Seul, alcançando 5.549,85 pontos. O Hang Seng, em Hong Kong, subiu 1,45%, terminando a 25.834,02 pontos, enquanto o Taiex, em Taiwan, recuou 0,17%, fechando a 33.342,51 pontos.
Impactos da Conflito no Mercado de Petróleo
A situação no Oriente Médio, com o Irã retaliando ataques de Israel e dos EUA, resultou na interrupção do tráfego de carga pelo Estreito de Ormuz. Essa interrupção levou grandes produtores a diminuírem a produção da commodity. De acordo com a Rystad Energy, mais de 12 milhões de barris foram retirados de circulação em pouco mais de uma semana desde o fechamento do estreito.
Apesar disso, alguns petroleiros conseguiram atravessar a região, o que aumentou a incerteza no mercado. Stephen Innes, da SPI Asset Management, comentou: “A verdade é que, neste momento, grande parte do mercado está operando no escuro. Para contextualizar, o estreito normalmente recebe cerca de 25 petroleiros todos os dias.”
Desempenho da Bolsa Chinesa e da Oceania
Na China continental, o índice Xangai Composto encerrou o pregão com uma queda de 0,26%, a 4.084,79 pontos, enquanto o Shenzhen Composto, que é menos abrangente, subiu 0,16%, fechando a 2.705,65 pontos. No primeiro bimestre, tanto a produção industrial quanto as vendas no varejo da China superaram as expectativas.
Na Oceania, a bolsa australiana também apresentou resultados negativos, com o S&P/ASX 200 em Sydney registrando uma baixa de 0,39%, fechando a 8.583,40 pontos.
Atualização em 30/10/2026: o texto foi corrigido.
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Redação Economia
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