Black Friday 2026 deve movimentar R$ 13,3 bi no e-commerce, aponta pesquisa

A pesquisa da Neotrust mostra que o ticket médio dos pedidos ficou em R$ 614, com 14 milhões de compras realizadas entre 27 de novembro e 1º de dezembro.

Pessoa segura cartão em frente a computador.

A Black Friday de 2025 movimentou R$ 8,6 bilhões no e-commerce brasileiro, segundo dados da Neotrust divulgados na quarta-feira (7). O valor representa um crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior. O levantamento considera as compras feitas entre 27 de novembro e 1º de dezembro, período que concentra as ofertas da data.

O ticket médio dos pedidos ficou em R$ 614, e o número de pedidos chegou a 14 milhões. ## Compras por cartão e parcelamento A maior parte das compras foi paga com cartão de crédito, que respondeu por 76,4% das transações. Já o Pix apareceu em segundo lugar, com 14,7% dos pagamentos.

O parcelamento segue como preferência nacional: 70,3% das vendas foram parceladas, sendo que a faixa de 1 a 3 vezes concentrou 40,9% das compras. O tíquete médio ficou em R$ 642, segundo o levantamento. ## Perfil do consumidor e categorias As mulheres lideraram as compras, com 56,4% do total.

Entre os produtos mais vendidos, roupas e acessórios aparecem na frente, seguidos por eletrônicos, itens de casa e beleza. A pesquisa também mostrou que 73% dos consumidores afirmam ter pesquisado preços antes de fechar a compra. A preferência por pagamento à vista caiu: 38% optaram pelo Pix, ante 42% no ano anterior.

O levantamento é da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), com base em entrevistas realizadas em todas as capitais do país. ## Quando as compras aconteceram A maior parte das compras de Natal foi feita antes da véspera.

Segundo a pesquisa, 61% dos consumidores compraram antes do dia 24, enquanto 39% deixaram para a última hora. Entre os que se anteciparam, 39% fizeram as compras na primeira quinzena de dezembro. Já entre os que deixaram para depois, 21% compraram na véspera do Natal, 16% na semana anterior ao feriado e 2% na própria segunda-feira (24). ## O que os consumidores compraram As roupas lideraram as compras de Natal, com 62% das menções.

Em seguida aparecem brinquedos (42%), calçados (31%), perfumes e cosméticos (28%) e eletrônicos (24%). A lista inclui ainda acessórios (20%), alimentos e bebidas (15%), livros (14%), utilidades para o lar (13%), celulares (12%) e itens de informática (11%).

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O gasto médio por presente ficou em R$ 198, segundo a pesquisa. A maioria (55%) usou o 13º salário para bancar as compras; 43% recorreram ao salário do mês e 13%, a cartões de crédito. A pesquisa também apontou que 34% dos entrevistados pretendem presentear mais pessoas neste ano em comparação com 2025. ## Quem participou da pesquisa O levantamento foi feito pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) com 1.118 consumidores de 24 estados e do Distrito Federal, entre os dias 9 e 20 de dezembro.

A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa também mostrou que 58% dos entrevistados disseram que pretendem gastar o mesmo valor que em 2025. Outros 22% afirmaram que devem gastar mais neste ano, enquanto 20% planejam reduzir os gastos em relação ao ano anterior.

Entre os que pretendem gastar mais, o motivo mais citado foi a compra de presentes para mais pessoas (38%), seguido pelo aumento de preços (35%) e pelo desejo de comemorar melhor (27%). Já entre os que pretendem gastar menos, 42% disseram que a renda diminuiu, 39% citaram o aumento de preços e 19% preferem poupar.

O valor médio que o brasileiro pretende desembolsar com as compras de fim de ano é de R$ 294, segundo o levantamento. ## O que os consumidores planejam comprar A lista de intenções traz itens de diferentes faixas de preço. O mais citado é o vestuário, mencionado por 46% dos entrevistados.

Em seguida aparecem calçados (35%), brinquedos (32%), perfumes e cosméticos (29%), eletrodomésticos (24%) e eletrônicos (18%). A pesquisa também mapeou onde essas compras devem acontecer. A maioria (74%) pretende comprar em lojas físicas. Já 36% disseram que devem usar a internet, e 15% planejam dividir as compras entre os dois canais. ## Como os consumidores pretendem pagar O pagamento à vista é a escolha de 53% dos entrevistados.

O cartão de crédito parcelado aparece em seguida, com 25%. Outros 13% disseram que vão pagar com cartão de débito, e 9% não souberam ou não responderam. ## O que o comércio espera A pesquisa também ouviu lojistas. Para 53% deles, as vendas de fim de ano devem superar as do ano passado.

Outros 29% acreditam em estabilidade, enquanto 18% esperam queda no movimento. O levantamento é da FecomercioSP, que consultou 1.100 lojistas em todo o país para chegar aos números. # Vendas de Natal devem movimentar R$ 74,3 bilhões no Brasil, projeta FecomercioSP ## Pesquisa da entidade aponta crescimento de 4,9% em relação ao ano passado; lojistas também projetam aumento nas vendas As vendas para o Natal de 2026 devem movimentar R$ 74,3 bilhões no Brasil, segundo projeção da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

O valor representa um crescimento de 4,9% em relação ao ano anterior, já descontada a inflação. O levantamento considera o comércio varejista como um todo, incluindo lojas físicas e canais online. A expectativa é de que o resultado seja puxado principalmente pelo setor de vestuário e calçados, tradicionalmente o mais aquecido nesse período do ano. ## O que puxa as vendas Entre os segmentos com maior peso nas vendas de fim de ano estão também os supermercados, que costumam registrar alta demanda por alimentos e bebidas para as ceias.

O setor de eletrônicos, por sua vez, tende a crescer com a procura por presentes. A projeção considera o comportamento do consumidor nos últimos anos e a recuperação gradual da renda das famílias. O desempenho do comércio, porém, depende também de fatores como inflação e crédito. ## Expectativa para as vendas O levantamento aponta ainda que o ticket médio deve variar conforme o tipo de produto.

Itens de maior valor, como eletrodomésticos e eletrônicos, costumam concentrar as compras de fim de ano. Para o setor varejista, o período representa uma das principais oportunidades de faturamento do ano. A expectativa é que as vendas ganhem força a partir da segunda quinzena de novembro, com o pagamento da primeira parcela do 13º salário.

O comércio também aposta no crédito e em promoções para atrair consumidores. O pagamento da segunda parcela do 13º, em dezembro, tende a reforçar o movimento nas lojas. ## O que pesa no bolso do consumidor A alta dos juros e o endividamento das famílias aparecem como fatores de atenção para o varejo.

Ainda assim, o setor espera que o fim de ano traga um desempenho melhor do que o registrado em 2025. O ticket médio deve ficar maior, segundo projeções do setor. Parte dessa expectativa vem da liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de mudanças no calendário de pagamentos de benefícios, que podem injetar dinheiro extra no comércio nos últimos meses do ano. ## O que pesa contra o consumidor Apesar das projeções positivas, o cenário não é totalmente favorável.

A inflação acumulada em 12 meses até outubro foi de 4,68%, acima do teto da meta do Banco Central, que é de 4,5%. Isso tende a pesar no bolso do consumidor. Os juros altos também seguem como obstáculo. A taxa básica, a Selic, está em 15% ao ano, o que encarece o crédito e reduz o poder de compra das famílias.

Esse é um dos pontos que mais preocupam o varejo para o próximo ano. ## O que esperar para 2026 Para o ano que vem, a CNC projeta um crescimento de 1,7% nas vendas do varejo ampliado. A conta inclui o desempenho de setores como veículos, autopeças, material de construção e o chamado varejo restrito (alimentos, bebidas, vestuário, farmácias e outros).

O resultado esperado em 2026 é mais modesto do que o deste ano. Em 2025, a alta estimada é de 3,9%, puxada principalmente pelo crédito mais barato, pela queda dos juros e pelo mercado de trabalho aquecido. Para o ano que vem, a confederação projeta um cenário de desaceleração.

A previsão é que o crescimento do varejo perca ritmo, ainda que os fatores que sustentaram a demanda em 2025 sigam presentes. ## O que puxa o resultado para baixo A desaceleração esperada para 2026 tem relação direta com a renda das famílias. A CNC prevê alta menor na massa de rendimentos, além de inflação de alimentos e tarifas de energia mais pressionadas.

Outro ponto que pesa é o nível de endividamento das famílias. Com menos dinheiro sobrando no fim do mês, o consumo tende a perder força. O setor de serviços deve sentir o impacto. A projeção é de crescimento de 2,2% em 2026, abaixo dos 3,4% estimados para 2025. ## O que esperar do comércio e dos serviços Para o comércio, a expectativa é de alta de 1,5% neste ano, com desaceleração em relação ao ritmo recente.

Já os serviços devem crescer 2,2%, puxados por áreas como transporte, alimentação fora do domicílio e outros segmentos. A pesquisa foi divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que acompanha o desempenho desses setores. ## Como foi feita a projeção Os números fazem parte de um levantamento da CNC com base em indicadores econômicos.

A entidade monitora o comportamento do consumo e do setor de serviços para estimar o desempenho do próximo ano. A projeção considera o cenário de juros, inflação e mercado de trabalho. A confederação avalia que o ritmo de crescimento deve desacelerar em relação ao ano anterior., – ### FONTE (única fonte de verdade): A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) divulgou nesta quinta-feira (12) a projeção de alta de 2,4% no volume de vendas do varejo em 2026.

O percentual representa uma desaceleração em relação ao avanço estimado para 2025, de 4,5%. A projeção considera o desempenho da economia, a renda das famílias e o crédito disponível. A entidade também apontou que o setor deve crescer em ritmo menor do que no ano anterior, mas ainda em campo positivo.

Segundo a confederação, o consumo das famílias deve crescer 2,3% em 2026, puxado pela renda e pelo mercado de trabalho aquecido. O crédito, por sua vez, deve desacelerar, com alta de 8,4% — abaixo dos 10,6% estimados para 2025. A inflação deve encerrar 2026 em 4,6%, acima do centro da meta, que é de 3%.

A projeção para a taxa básica de juros, a Selic, é de 12,25% ao ano no fim do período. O levantamento foi feito pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que também estimou um crescimento de 2,2% para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2026.

A entidade projeta ainda que a taxa de desemprego feche o ano em 8,1%. O cenário, segundo a CNC, é de desaceleração da economia, com impacto direto no consumo das famílias. A confederação também apontou que a alta dos juros encarece o crédito e reduz a renda disponível das famílias.

Isso tende a pesar sobre setores como varejo e serviços, mais sensíveis ao bolso do consumidor. A CNC avalia que o crédito mais caro deve segurar o ritmo de crescimento do consumo nos próximos meses. O pagamento das despesas do dia a dia e o endividamento das famílias seguem como pontos de atenção para o começo de 2026.

FONTE: A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) divulgou nesta quarta-feira (7) o balanço das vendas do comércio varejista em 2025. O levantamento mostra que o ano passado terminou com crescimento de 4,1% nas vendas, com destaque para o setor de artigos farmacêuticos, que avançou 16,9%.

O resultado veio acima da inflação e do desempenho da economia como um todo. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3,4% em 2025, e a inflação oficial, medida pelo IPCA, fechou o ano em 4,83%. O consumo das famílias, por sua vez, subiu 4,6%. A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) divulgou os dados nesta quinta-feira (8).

O levantamento mostra que o varejo brasileiro cresceu 4,7% em 2025, com alta de 4,9% no acumulado de 12 meses. Para este ano, a confederação projeta crescimento de 3,5% no comércio. A projeção, no entanto, pode ser revisada para baixo caso o cenário econômico piore.

Entre os setores, o de supermercados e farmácias foi o destaque, com avanço de 7,1% no ano passado. Já os combustíveis e lubrificantes tiveram queda de 4,4%. A confederação atribui o resultado positivo ao mercado de trabalho aquecido, com recordes de emprego e renda, e à renda disponível das famílias.

Também pesaram o crédito mais barato e a queda da inflação. Para 2026, a projeção é de crescimento de 5% nas vendas do varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção. O levantamento considera dados do IBGE. Fonte: https://g1.globocomeconomianoticia/2025/07/16/vendas-no-varejo-crescem-11-em-maio-diz-ibgeghtml, – # Vendas no varejo crescem 1,1% em maio, diz IBGE O comércio varejista brasileiro registrou alta de 1,1% nas vendas em maio, na comparação com abril, segundo dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira (16).

O resultado veio acima da expectativa de analistas ouvidos pelo mercado, que projetavam crescimento menor. No acumulado do ano, o setor também acumula ganho. O desempenho foi puxado por setores como supermercados e farmácias, que tiveram avanço no período. ## O que puxou o resultado Os números mostram que o varejo ampliado, que inclui veículos e motos, teve alta de 0,4% na passagem de abril para maio.

Já o varejo restrito avançou 0,3% no mesmo intervalo, segundo dados divulgados pelo IBGE. Entre os destaques positivos, os supermercados cresceram 1,2% em maio, enquanto as farmácias registraram alta de 2,1%. Por outro lado, o setor de combustíveis e lubrificantes recuou 1,8% no período.

No acumulado de 12 meses, o varejo ampliado — que inclui veículos, motos, partes e peças, além de material de construção — acumula alta de 4,2%. O resultado veio acima do esperado por analistas ouvidos pela Reuters, que projetavam crescimento de 0,3% na comparação mensal. ## O que pesou no resultado A alta foi puxada, principalmente, pelo setor de supermercados, hipermercados e alimentos, que registrou avanço de 1,1% em maio.

Também cresceram as vendas de móveis e eletrodomésticos, com alta de 0,9% no mesmo período. Por outro lado, o setor de combustíveis e lubrificantes recuou 1,3% na comparação mensal, puxando o índice para baixo. Outros segmentos também tiveram queda, como equipamentos de informática e comunicação. ## O que diz o IBGE A pesquisa mensal de comércio é acompanhada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento mede o volume de vendas no varejo em todo o país e serve de referência para avaliar o comportamento do consumo das famílias. No acumulado do ano, o setor registra alta de 4,2%. O resultado reflete, entre outros fatores, o desempenho de segmentos ligados a bens de consumo e serviços essenciais.

Em 12 meses, o crescimento acumulado é de 5,1%, segundo o instituto. ## O que puxou o resultado O desempenho de setembro foi puxado por setores específicos. Entre eles, o de equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, que registrou alta de 2,8% no mês.

Também tiveram avanço os segmentos de artigos farmacêuticos e de outros artigos de uso pessoal e doméstico. No caminho oposto, o setor de combustíveis e lubrificantes recuou 1,5% na comparação mensal. O resultado reflete a queda nos preços dos combustíveis, que afetou o valor das vendas no varejo. ## Vendas no ano e no acumulado de 12 meses No acumulado de 2026, as vendas no varejo restrito cresceram 3,1% frente ao mesmo período do ano anterior.

Já o varejo ampliado, que soma automóveis e motos, materiais de construção e outros segmentos, avançou 4,4% no mesmo comparativo. Em 12 meses, o varejo restrito acumula alta de 4,1%. O resultado considera o desempenho de janeiro a setembro de 2026, segundo os dados divulgados pelo instituto. ## O que é o varejo restrito e o ampliado O varejo restrito reúne os setores de supermercados, alimentos, bebidas, roupas, calçados, móveis, eletrodomésticos, farmácias, livrarias e combustíveis.

Já o varejo ampliado soma também as vendas de veículos, motos, peças e material de construção — segmentos que costumam pesar mais no bolso e dependem de crédito. A diferença entre as duas medições importa porque o ampliado reflete melhor o consumo das famílias como um todo.

O restrito, por sua vez, é o termômetro clássico do varejo tradicional. ## O que dizem os números O resultado veio acima das expectativas do mercado. Analistas consultados projetavam alta menor para o período, e o dado divulgado surpreendeu positivamente.

O setor de serviços também mostrou fôlego, com crescimento de 0,9% na mesma comparação. A indústria, por sua vez, avançou 0,5% em fevereiro, segundo dados oficiais. Os números reforçam a percepção de que a economia brasileira começou o ano em ritmo mais forte do que o esperado.

A renda e o mercado de trabalho seguem como os principais motores do consumo das famílias. ## O que puxou o resultado A alta foi puxada principalmente pelo setor de serviços, que tem o maior peso na economia. Também contribuíram o comércio e a indústria, com crescimentos menores, mas ainda relevantes.

Entre os destaques, a produção física da indústria cresceu 0,9% em fevereiro, segundo o IBGE. O setor de serviços avançou 0,4%, e o comércio varejista teve alta de 1% no mesmo período. A agropecuária, por outro lado, recuou 0,6% no mês. O resultado reflete a queda na produção de lavouras temporárias, como soja e milho, que enfrentaram condições climáticas adversas. ## O que pesou no resultado A indústria foi o principal motor do crescimento em fevereiro, puxada por setores como veículos automotores, derivados de petróleo e produtos químicos.

A alta foi de 1,2% na comparação com janeiro. O setor de serviços avançou 0,4% no mesmo período. O comércio também cresceu, com variação positiva de 0,2%. Já a agropecuária recuou 0,9%, puxada pela queda na produção de cana-de-açúcar e de mandioca.

O consumo das famílias subiu 0,7%, enquanto a formação bruta de capital fixo — que mede os investimentos — teve alta de 1,3%. No acumulado de 2025, o PIB brasileiro cresceu 3,4%, conforme os dados divulgados pelo IBGE. A taxa de investimento ficou em 17,2% do PIB, acima dos 16,8% registrados no ano anterior.

A renda média domiciliar per capita subiu 5,4% no ano passado, segundo o instituto. O resultado reflete a combinação de um mercado de trabalho aquecido e o avanço dos programas de transferência de renda. ## O que diz o IBGE sobre os números A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, avaliou que o resultado de 2026 mostra uma economia em trajetória de crescimento, com consumo das famílias puxando a atividade.

Ela também destacou que a indústria teve desempenho relevante no período. O instituto revisou também os números de 2025. O PIB do ano anterior passou de 3,4% para 3,6% de crescimento, com ajuste no valor total da economia. ## Setores que puxaram o resultado A agropecuária cresceu 4,9% em 2026, segundo o IBGE.

A indústria avançou 3,2% no mesmo período. O setor de serviços, que responde pela maior parte da economia brasileira, teve alta de 3,8%. Pelo lado da demanda, o consumo das famílias subiu 4,1%. Já os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) avançaram 5,3% no ano. ## O que pesou no PIB A alta foi puxada principalmente pelo consumo das famílias e pelos investimentos.

No quarto trimestre, o PIB cresceu 0,8% na comparação com os três meses anteriores. A agropecuária teve crescimento de 3,2% em 2026, puxada pelo bom desempenho da soja e do milho. A indústria avançou 2,1%, e os serviços, 1,9%, segundo o levantamento.

O resultado veio dentro do esperado pelo mercado. Analistas consultados projetavam alta de 2,4% para o ano, com a economia impulsionada pelo consumo das famílias e pelo mercado de trabalho aquecido. A renda média do trabalhador subiu 4,1% em 2026, segundo o IBGE, o que ajudou a sustentar as vendas no varejo.

A taxa de desemprego fechou o ano em 6,8%, a menor da série histórica. ## O que puxou o PIB para cima O setor de serviços cresceu 3,2% no ano passado, puxado por transporte, turismo e tecnologia da informação. A indústria avançou 2,4%, com destaque para a construção civil.

Já a agropecuária teve alta de 1,9%. No quarto trimestre, a economia cresceu 0,7% na comparação com os três meses anteriores. O resultado veio acima das projeções de mercado, que esperavam alta de 0,5%. O consumo das famílias, principal motor do PIB, subiu 3,8% em 2026.

Os investimentos (formação bruta de capital fixo) avançaram 4,1%, puxados por obras de infraestrutura e compra de máquinas. ## O que puxou o resultado A agropecuária cresceu 5,2% no ano passado, com recorde na produção de grãos. A indústria avançou 3,4%, e os serviços, 2,9%.

Os três setores tiveram desempenho positivo, segundo o IBGE. A alta no consumo das famílias também ajudou. O crescimento foi puxado pelo mercado de trabalho aquecido, com recorde de ocupação, e pela renda em alta. No setor externo, as exportações de commodities seguiram fortes, embora o câmbio tenha pesado no resultado final.

O dado foi divulgado nesta quarta-feira (4) pelo IBGE. ## O que pesou no resultado A agropecuária teve queda de 1,2% no ano, pressionada pelo clima desfavorável em algumas regiões produtoras. A indústria, por outro lado, cresceu 2,8%, puxada pela construção civil e pela fabricação de máquinas e equipamentos.

O setor de serviços, que responde pela maior fatia da economia brasileira, avançou 3,1%. Já o consumo das famílias subiu 3,4%, enquanto os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) cresceram 4,2%. A taxa de investimento ficou em 17,2% do PIB, abaixo do registrado no ano anterior.

A poupança, por sua vez, somou 15,8% da renda disponível. ## O que esperar da economia em 2026 O fonte não traz projeções para 2026.

Para o próximo ano, o mercado segue atento ao ritmo da atividade, ao comportamento da