Barbosa: O “Neymar” da DC Busca Alianças para a Presidência em 2026

Barbosa como “Neymar” da DC em Busca de Alianças para a Presidência
O presidente do partido Democracia Cristã (DC), Paulo Caldas, defendeu nesta terça-feira (19 de maio de 2026) a pré-candidatura do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, minimizando a substituição de outro nome da sigla na disputa presidencial.
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Caldas usou uma comparação ousada para ilustrar seu ponto de vista, analogamente ao futebol, afirmando que Barbosa seria o “Neymar” da seleção, assim como um jogador não é trocado durante uma competição importante.
Descarte da Pré-Candidatura de Rebelo
O presidente do DC classificou a substituição de Eduardo Rebelo como uma decisão lógica, motivada pela fraca performance do pré-candidato nas pesquisas eleitorais. Um levantamento recente do AtlasIntel indicou que Rebelo possuía apenas 0,2% das intenções de voto para a Presidência.
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Caldas enfatizou que a decisão não tem caráter pessoal, mas sim uma questão política, ressaltando que Barbosa não estava filiado ao partido na época em que a pré-candidatura de Rebelo foi definida, com a filiação de Barbosa ocorrendo em 2 de abril.
Busca por Alianças Amplas
Caldas expressou o desejo de ampliar as alianças para a pré-candidatura de Barbosa, buscando o apoio de partidos como o PSDB, MDB e PSD, além de nomes como Gilberto Kassab e Marcos Pereira. Ele declarou que o Brasil “não quer guerra ideológica” e que Barbosa “não é um candidato do Democracia Cristã. É um candidato de todos nós”.
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A busca por apoio se estende à classe política em geral, conforme admitiu em entrevistas.
Barbosa: Um Candidato “Franciscano”
O presidente do DC descreveu Barbosa como “um homem recatado que cultua o anonimato”, aprofundado nos livros e com conhecimento de mundo. Caldas afirmou que a campanha à Presidência será “franciscana”, buscando um caminho de diálogo e respeito, embora o partido reconheça a necessidade de oferecer “garantias mínimas” de infraestrutura ao candidato.
Histórico de Joaquim Barbosa
Joaquim Barbosa ganhou notoriedade a partir de 2006 como ministro relator do processo do Mensalão, conduzindo o julgamento que levou à condenação de diversos políticos e empresários de alto escalão. Assumiu a presidência do STF em 2012, ocupando o cargo até a sua aposentadoria voluntária e antecipada da Corte em 2014.
Autor(a):
Lara Campos
Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.



