Augusto Cury reconhece vitória de Lula e pede governo “sem revanchismo” após apoiar Flávio Bolsonaro

Cury cobra responsabilidade fiscal, juros menores e respostas em educação e saúde de Lula, reeleito com 51,79% dos votos válidos contra 48,21% de Flávio.

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O candidato à Presidência pelo Avante, o escritor Augusto Cury.
O candidato à Presidência pelo Avante, o escritor Augusto Cury.

Augusto Cury, psiquiatra e ex-candidato à Presidência pelo Avante, admitiu a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e cobrou do próximo governo uma postura “sem revanchismo e sem sentimentos de vingança”. Ele também pediu que o petista “governe para todos”, após ter apoiado Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno.

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Lula foi reeleito no domingo (25) com 64.256.232 votos, o equivalente a 51,79% dos votos válidos. Flávio teve 59.826.041 votos, ou 48,21%.

Lula vence com vantagem de 4.430.191 votos

Com todas as urnas apuradas, a diferença entre os dois candidatos chegou a4.430.191 votos.

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Nas urnas, a disputa se encerrou sem margem para dúvida sobre o resultado, e o escritor disse respeitar a escolha feita pelos eleitores.

Cury faz apelo por respostas em educação e juros

Cury pediu ao presidente que governe “para todos os brasileiros”. Para ele, “as dores humanas são suprapartidárias”, e áreas como educação, saúde, famílias endividadas e empreendedores sufocados pelos juros precisam de respostas.

O psiquiatra disse esperar “responsabilidade fiscal e disposição para ouvir especialistas” e afirmou torcer, “com humildade, para que este governo acerte e o Brasil avance”.

Ele reconheceu que um quarto mandato dificulta a renovação de ideias, projetos, equipes e motivações. Mesmo assim, afirmou respeitar o resultado das urnas.

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Na área econômica, Cury defendeu responsabilidade fiscal, redução dos juros e financiamento para microempresas. Também sugeriu que o governo prepare os trabalhadores para as transformações trazidas pela inteligência artificial e pela robótica.

Cury declarou apoio a Flávio em 8 de outubro

O escritor anunciou o apoio a Flávio em 8 de outubro, após uma conversa por videoconferência com o candidato do PL.

A decisão foi ligada a compromissos apresentados em uma carta. O documento trazia propostas para educação, saúde, proteção às mulheres, financiamento de microempresas e fim da reeleição presidencial.

A carta também previa pacificação nacional e o compromisso de governar para brasileiros de diferentes correntes políticas, sem perseguição ou ressentimento.

A Redação Política reúne a cobertura do Clique Fatos sobre governo, Congresso, eleições e Justiça. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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