Ataque israelense no Líbano deixa soldados mortos, incluindo oficial de alta patente

Soldados do Líbano, incluindo um oficial, são mortos em ataque israelense. A situação no sul do país se agrava após recente cessar-fogo. Clique e saiba mais!

(Imagem de reprodução da internet).

Soldados libaneses mortos em ataque israelense

Vários soldados do Líbano, incluindo um oficial, perderam a vida em um ataque israelense direcionado a um veículo militar no sul do país, conforme informou o exército libanês neste sábado (6). A comunicação sobre o ataque foi divulgada através de uma postagem no X, onde o exército afirmou que “vários militares, incluindo um oficial, foram mortos em um ataque aéreo agressivo israelense que visou um veículo militar”.

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De acordo com a NNA (Agência Nacional de Notícias do Líbano), a vítima era um brigadeiro-general. A área ao redor de Nabatiyeh tem sido alvo de ataques nos últimos dias, mesmo após um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos e acordado entre os governos na quarta-feira (3).

Na sexta-feira (5), a CNN, com base em dados da NNA, registrou pelo menos um ataque na região sul do Líbano.

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O grupo Hezbollah, que conta com o apoio do Irã, tem realizado ataques contra tropas israelenses dentro do Líbano e comunidades no norte de Israel, enquanto as forças israelenses permanecerem no território libanês. No sábado, as forças armadas israelenses emitiram uma nova ordem de evacuação para moradores de diversas vilas e cidades no sul do Líbano, alegando “violação do acordo de cessar-fogo pelo partido terrorista Hezbollah”.

Contexto da guerra no Irã

No dia 28 de fevereiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um ataque “de grande escala” ao Irã, com o objetivo de “defender o povo americano, eliminando as ameaças iminentes do regime iraniano”. Segundo Trump, essas ameaças incluíam o programa nuclear de Teerã, um ponto de tensão que tem dificultado as negociações para encerrar os combates.

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Os ataques conjuntos dos EUA e de Israel ao Irã resultaram na morte do então líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, causando milhares de mortes e danos a diversos patrimônios culturais, conforme relatado por veículos de imprensa e autoridades iranianas.

Em resposta, o Irã lançou uma série de ataques retaliatórios em toda a região e fechou o Estreito de Ormuz, uma importante via de transporte de petróleo.

Semanas antes do início da guerra, o governo Trump havia realizado um grande acúmulo militar no Oriente Médio, gerando preocupações sobre uma possível escalada da violência. Ao mesmo tempo, houve tentativas de diálogo com o Irã sobre um novo acordo nuclear, mas essas negociações não impediram a ação militar, com Trump acusando o Irã de rejeitar oportunidades de renunciar a suas ambições nucleares.

O conflito se intensificou após protestos em massa contra o regime no Irã, impulsionados por descontentamento econômico. O Hezbollah, em retaliação à morte de Khamenei, atacou o território israelense, levando Israel a realizar ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah no Líbano.

Desde então, mais de 3.500 pessoas morreram no Líbano, segundo o Ministério da Saúde do país.