Argentina reafirma disposição para negociar com Reino Unido sobre Ilhas Malvinas

Argentina reafirma disposição para retomar negociações com o Reino Unido sobre as Ilhas Malvinas. Entenda os desdobramentos dessa disputa histórica!

25/04/2026 01:36

2 min

Argentina reafirma disposição para negociar com Reino Unido sobre Ilhas Malvinas
(Imagem de reprodução da internet).

Argentina Reitera Disposição para Negociações com o Reino Unido sobre as Ilhas Malvinas

O governo argentino reafirmou, nesta sexta-feira (24), sua intenção de reiniciar as negociações bilaterais com o Reino Unido sobre a disputa de soberania das Ilhas Malvinas, conhecidas como Falkland. A Argentina reivindica a soberania sobre essas ilhas há bastante tempo.

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A declaração foi feita pelo Ministro das Relações Exteriores, Pablo Quirno, em resposta a comentários de um porta-voz do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.

A declaração de Quirno surgiu após um e-mail interno do Pentágono sugerir uma revisão da posição dos Estados Unidos em relação às Falkland, especialmente no contexto da guerra com o Irã. O Ministro das Relações Exteriores argentino afirmou: “A República Argentina expressa mais uma vez sua disposição de retomar as negociações bilaterais com o Reino Unido que permitam encontrar uma solução pacífica e definitiva para a disputa de soberania e pôr fim à situação colonial peculiar em que se encontram”.

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Posição dos EUA e Críticas de Trump

Desde 1982, os Estados Unidos têm evitado tomar partido em questões de soberania, incluindo a titularidade das ilhas. O site do Departamento de Estado dos EUA afirma que as ilhas são administradas pelo Reino Unido, embora reconheça a reivindicação argentina.

Em outro contexto, o presidente Donald Trump criticou os aliados da Otan por não enviarem suas marinhas para ajudar a abrir o Estreito de Ormuz, que foi fechado à navegação internacional após o início da guerra aérea em 28 de fevereiro.

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Trump questionou: “Você não faria o mesmo se estivesse no meu lugar?”, em uma entrevista à Reuters em 1º de abril, quando indagado sobre a possibilidade de os EUA se retirarem da Otan. No entanto, um funcionário do Pentágono afirmou que o e-mail não sugere tal ação, nem propõe o fechamento de bases americanas na Europa.

O secretário de imprensa do Pentágono, Kingsley Wilson, comentou que o Departamento de Guerra garantirá que o presidente tenha opções viáveis para assegurar que os aliados não sejam apenas um “tigre de papel”.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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