Alta nos Vencimentos Futuros: Soja, Milho e Trigo Valorizam na Bolsa de Chicago

Vencimentos Futuros na Bolsa de Chicago
Os vencimentos futuros encerraram a sessão desta segunda-feira (27) com valorização na Bolsa de Chicago. O contrato futuro para entrega em julho registrou um aumento de 1,15%, sendo cotado a US$ 11,9200 por bushel. Os futuros da soja apresentaram alta, impulsionados pelos derivados, com destaque para o farelo de soja, que subiu 3%.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A valorização mais significativa foi observada nos contratos de curto prazo. A Agrinvest ressaltou que a alta do petróleo no início da semana tende a potencializar todo o complexo da soja.
Milho
O contrato futuro de milho para entrega em julho também fechou a sessão em alta, com um avanço de 1,24%, cotado a US$ 4,6925 por bushel. De acordo com a Agrinvest, os preços se mantiveram sustentados ao longo do pregão, em um cenário ainda marcado pela falta de resolução no Oriente Médio.
Apesar do avanço acelerado do plantio no Meio-Oeste dos Estados Unidos, esse fator ainda não exerceu pressão significativa sobre as cotações. O suporte aos preços é reforçado pelas preocupações com a safra de trigo e pela boa demanda externa, que continuam a sustentar o mercado.
Trigo
Os preços futuros do trigo na Bolsa de Chicago encerraram a sessão com um ganho moderado. O contrato com vencimento em julho avançou 2,11%, sendo negociado a US$ 6,2975 por bushel. Apesar da valorização pontual, o cereal acompanhou a tendência dos demais grãos e recebeu suporte de fatores externos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Com o passar dos dias, cresce o ceticismo do mercado em relação ao tamanho da safra norte-americana, devido ao clima seco que tem afetado as plantações nos Estados Unidos. A Granar destacou que os aumentos mais significativos ocorreram em Chicago, impulsionados por tensões geopolíticas não resolvidas e por uma demanda robusta.
Autor(a):
Júlia Mendes
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.
