Acordo surpreendente encerra disputa judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni antes do

A disputa judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni chega ao fim com um acordo antes do julgamento. Descubra os detalhes desse caso polêmico!

05/05/2026 08:46

4 min

Acordo surpreendente encerra disputa judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni antes do
(Imagem de reprodução da internet).

Acordo na Batalha Judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni

A disputa judicial de grande notoriedade entre Blake Lively e a produtora de Justin Baldoni não irá mais a julgamento. Duas semanas antes da seleção do júri, as partes chegaram a um acordo, cujos detalhes ainda não foram revelados. Lively havia processado Baldoni, alegando que ele a assediou sexualmente durante as filmagens de “É Assim Que Acaba”, filme dirigido por Baldoni e no qual ambos atuaram.

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A atriz afirmou que, após a denúncia, Baldoni teria iniciado uma campanha difamatória contra ela. Baldoni, por sua vez, negou todas as acusações.

No mês passado, um juiz federal rejeitou dez das treze alegações apresentadas por Lively, incluindo as de assédio sexual e difamação, limitando o alcance do caso. Algumas das alegações que foram descartadas, como as de assédio sexual, foram anuladas por questões técnicas, uma vez que Lively era considerada uma profissional autônoma e não uma funcionária.

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As três acusações que permaneceram – retaliação, cumplicidade em retaliação e quebra de contrato – estavam direcionadas à produtora Wayfarer e a uma empresa de relações públicas contratada pela equipe de Lively.

Desdobramentos do Caso

O julgamento, que estava agendado para iniciar em 18 de maio com a seleção do júri, representaria o clímax de um drama jurídico que durou mais de um ano e atraiu a atenção do público. Em um comunicado divulgado nesta segunda-feira (4) pelos advogados de Lively e dos réus restantes, foi reconhecido que o processo de produção do filme “enfrentou desafios” e que as “preocupações levantadas pela Sra.

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Lively mereciam ser ouvidas”.

O comunicado também expressou o compromisso com ambientes de trabalho livres de condutas inadequadas e a esperança de que o acordo encerrasse o caso, permitindo que todos os envolvidos seguissem em frente de maneira construtiva e pacífica, inclusive em um ambiente online respeitoso.

Contexto da Disputa Judicial

A batalha judicial entre Lively e Baldoni começou quando o jornal The New York Times noticiou que Lively havia feito uma queixa ao Departamento de Direitos Civis da Califórnia sobre a conduta de Baldoni durante e após a produção de “It Ends With Us”, uma adaptação do romance de Colleen Hoover.

Posteriormente, a atriz moveu uma ação civil no tribunal federal de Nova York contra Baldoni, sua produtora Wayfarer Studios e outros envolvidos.

Na ação, Lively alegou que Baldoni fez comentários de teor sexual para mulheres no set e discutiu sua vida sexual pessoal, incluindo um “vício anterior em pornografia”. Ela também o acusou de improvisar cenas de intimidade que não haviam sido coreografadas, algumas das quais foram divulgadas publicamente após as denúncias.

Baldoni, em sua defesa, afirmou que o comportamento alegado era resultado de “mal-entendidos e comentários constrangedores” e que algumas conversas eram pertinentes ao tema do filme.

O processo foi marcado por uma troca intensa de acusações, especialmente quando mensagens de texto e vídeos das filmagens foram divulgados. Em um momento, a correspondência de Lively com sua amiga, a cantora Taylor Swift, ganhou destaque. No ano passado, os advogados de Lively acusaram o advogado de Baldoni, Bryan Freedman, de fazer declarações públicas “enganosas e seletivas” sobre a disputa judicial, solicitando ao tribunal uma audiência para tratar da conduta dos advogados.

Durante essa saga judicial, Baldoni também moveu um processo de difamação no valor de US$ 400 milhões contra Lively e seu marido, alegando que eles “sequestraram” seu filme e tentaram arruinar sua carreira. Um juiz federal rejeitou essa ação em junho passado, sem abordar o mérito da queixa, mas considerando que as alegações de assédio sexual de Lively eram protegidas por lei e não poderiam fundamentar um processo por difamação.

O juiz também rejeitou um processo de difamação movido por Baldoni contra o New York Times, que defendeu sua reportagem como sendo “apurada com meticulosidade e responsabilidade”.

Autor(a):

Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.

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