ABPA diz que ação coordenada ajuda a preservar o comércio após caso em SC

As suspensões de importação tiveram alcance limitado, e a ABPA espera avançar nas negociações para preservar e restabelecer os fluxos comerciais.

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Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião com Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), acompanhado do Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, no Palácio do Planalto. Brasília – DF.

A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) afirmou na terça-feira (20) que a preparação conjunta do MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária), do setor produtivo e dos serviços estaduais de defesa sanitária permitiu responder rapidamente a ocorrências como o registro da Doença de Newcastle em Santa Catarina, identificado sem manifestação clínica nos animais.

As medidas sanitárias necessárias já foram tomadas ou seguem em andamento, informou a entidade em nota. A comunicação também foi feita às autoridades competentes e aos parceiros comerciais.

Preparação ajudou a coordenar a resposta sanitária

Na avaliação da ABPA, o planejamento prévio e a experiência acumulada favoreceram uma atuação coordenada. A entidade destacou ainda que negociações antecipadas de certificados sanitários ajudaram a dar previsibilidade às tratativas comerciais.

A comunicação rápida à OMSA (Organização Mundial de Saúde Animal) e às autoridades dos países importadores também contribuiu para esse processo, segundo a associação.

Até o momento, as suspensões de importação registradas tiveram alcance limitado. Para a ABPA, esse resultado evidencia a preparação do setor e a confiança no sistema sanitário brasileiro.

ABPA espera avanço rápido das negociações comerciais

A associação espera que as negociações prossigam rapidamente para preservar e restabelecer os fluxos comerciais, respeitando as exigências de cada mercado.

A entidade afirmou que a transparência e a organização da resposta sanitária ajudam a manter a confiança internacional na cadeia de proteína animal brasileira.

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Na avaliação da ABPA, esses fatores também reforçam a posição do país como fornecedor estratégico para a segurança alimentar de mercados nos cinco continentes.

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