Zona da Mata em Crise: 55 Mortos e Busca Desesperada por Vítimas em 2026
Desabrochar de horror: 55 mortos na Zona da Mata! Chuvas devastadoras em Minas Gerais elevam o número de vítimas. Buscam sobreviventes em Juiz de Fora e Ubá
Devastação na Zona da Mata: Balanço de Fatalidades Atinge 55
A situação na Zona da Mata mineira permanece crítica, com o número de vítimas fatais da forte chuva que assolou a região em 2026 elevando-se para 55, conforme dados atualizados pela tarde desta quinta-feira (26) pelo Corpo de Bombeiros. A tragédia mobilizou equipes de resgate em diversas localidades, buscando minimizar os impactos do desastre natural.
Atualmente, oito frentes de trabalho estão em operação, com seis concentradas em Juiz de Fora e duas em Ubá. Em Juiz de Fora, o número de óbitos chegou a 49, e 11 pessoas ainda são consideradas desaparecidas. A situação é particularmente grave no bairro Esplanada, onde um edifício de três andares desabou, soterrando cinco membros de uma mesma família.
Até o momento, quatro corpos foram recuperados, e a busca continua com a utilização de equipamentos e a colaboração de equipes especializadas.
Detalhes das Áreas Afetadas
Em Ubá, foram confirmadas seis mortes e duas pessoas seguem desaparecidas. O município registrou 1.200 moradores desalojados e 500 desabrigados, buscando abrigo em locais temporários. Em Matias Barbosa, a boa notícia é a ausência de registros de óbitos ou desaparecimentos, com 810 pessoas desalojadas.
Até agora, não há casos de desabrigamento na cidade.
Operação de Resgate e Busca
A operação de resgate é coordenada por equipes do 12º Batalhão de Bombeiros Militar, sediado em Patos de Minas, que conta com o apoio de retroescavadeiras, caminhões e técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A Anatel está utilizando tecnologia de rastreamento de celulares para tentar localizar vítimas presas sob os escombros.
O canil de Varginha também está presente no local, auxiliando nas buscas com cães farejadores, concentrando esforços em uma área previamente identificada pelas equipes.
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O trabalho das equipes é contínuo, com revezamento de turnos que garante a presença de militares tanto no período diurno quanto noturno, assegurando a coordenação e a continuidade das operações de busca e resgate em todas as frentes de atuação.
A prioridade é encontrar os desaparecidos e oferecer apoio aos afetados pela tragédia.