Zelensky rebate Trump: ‘doloroso’ ver EUA do outro lado na guerra

Zelensky afirma que Ucrânia não aceita ser moeda de troca em acordo sem garantias de segurança.

14/10/2026 15:55

12 min

Donald Trump e Volodymyr Zelensky em Washington
Donald Trump e Volodymyr Zelensky em Washington

Zelensky rebate Trump e diz que ‘não está vendendo’ a UcrâniaO presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, respondeu às críticas do governo americano e negou que esteja disposto a ceder o controle do país em troca de apoio militar. A declaração ocorre em meio à escalada de tensão com os Estados Unidos.

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Em resposta, Zelensky afirmou que a Ucrânia não está à venda. A fala acontece depois que autoridades americanas sinalizaram novas condições para a continuidade do envio de ajuda ao país, que enfrenta a guerra desde 2022. ## O que está em jogo A relação entre os dois países vive um momento delicado.

De um lado, o governo americano cobra mais transparência sobre o uso dos recursos. De outro, Kiev teme que as exigências possam enfraquecer sua posição diante da Rússia. A declaração do presidente ucraniano foi direta. Ele afirmou que o país não aceita ser tratado como moeda de troca em acordos que não envolvam garantias concretas de segurança.

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Ainda segundo o líder ucraniano, qualquer negociação precisa preservar a soberania do país. A fala ocorre em meio a conversas sobre um possível acordo de paz mediado por potências internacionais. ## O que está em jogo A tensão aumentou nas últimas semanas depois que os Estados Unidos retomaram o fornecimento de armamentos e inteligência à Ucrânia.

O movimento foi visto como uma tentativa de pressionar a Rússia a aceitar um cessar-fogo. Em paralelo, representantes de Washington e de Kiev se reuniram na Arábia Saudita para discutir os termos de um acordo. O encontro terminou com a Ucrânia aceitando a proposta americana de cessar-fogo de 30 dias, desde que a Rússia também aceitasse os termos.

A resposta russa, porém, não veio com um “sim” claro. O presidente Vladimir Putin afirmou que concorda com a ideia de interromper os combates, mas impôs condições que ainda precisam ser negociadas. ## O que está em jogo Os Estados Unidos retomaram o envio de ajuda militar e o compartilhamento de inteligência com a Ucrânia depois que o país aceitou a trégua.

A decisão foi anunciada após reunião entre representantes dos dois países na Arábia Saudita. A Rússia, por sua vez, disse que qualquer acordo precisa levar em conta os avanços que já conquistou no campo de batalha. O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que concorda com a proposta de cessar-fogo, mas levantou condições — o que gerou reações imediatas do lado ucraniano e de aliados ocidentais. ## O que dizem os envolvidos O governo ucraniano aceitou a trégua de 30 dias proposta pelos Estados Unidos após o encontro em Jeddah, na Arábia Saudita.

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A Rússia, porém, condicionou a adesão a garantias específicas. Em entrevista, Putin disse que a pausa seria “boa” desde que levasse a uma paz duradoura, mas listou pontos que precisariam ser esclarecidos antes de qualquer acordo. Autoridades russas afirmam que a trégua não pode ser usada para rearmar a Ucrânia.

Do lado ucraniano, o governo cobra pressão ocidental sobre Moscou para que o cessar-fogo saia do papel. A mediação, nos bastidores, envolve conversas separadas entre os EUA e cada um dos dois países. ## O que muda na prática Se a trégua de 30 dias for confirmada, ela vale para ataques aéreos e marítimos.

Ainda não há detalhes sobre como será a fiscalização do acordo. Também não há previsão de encontro direto entre os presidentes dos dois países. O anúncio foi feito após reuniões entre delegações americanas, ucranianas e russas. A Ucrânia já havia aceitado a proposta americana.

A Rússia, por sua vez, disse que concorda com a ideia, mas impôs condições — entre elas, a garantia de que a Ucrânia não use a pausa para se rearmar. ## O que muda na prática O cessar-fogo anunciado nesta semana prevê a interrupção dos ataques contra alvos de infraestrutura energética.

A medida vale por 30 dias e pode ser prorrogada se houver acordo entre as partes. A Casa Branca afirmou que os dois países se comprometeram a trabalhar para um cessar-fogo marítimo no Mar Negro. Também ficou acertado que Estados Unidos e Rússia vão desenvolver medidas para implementar o acordo. ## Reação da Rússia e próximos passos O Kremlin disse que a proposta precisa ser estudada antes de qualquer definição.

Moscou condicionou a trégua à suspensão da ajuda militar ocidental à Ucrânia, condição que Kiev rejeita. Enquanto isso, a Ucrânia afirmou que aceita a proposta de cessar-fogo imediato de 30 dias apresentada pelos Estados Unidos. O plano prevê a interrupção dos ataques aéreos e marítimos entre os dois países.

Ainda não há data oficial para o início da trégua. Diplomatas seguem em negociação, e a expectativa é de que novos encontros aconteçam nas próximas semanas. ## O que se sabe até agora A proposta americana foi apresentada durante reunião entre representantes dos dois países.

O governo ucraniano sinalizou apoio à medida, enquanto a Rússia ainda avalia os termos. Os detalhes sobre a implementação, como a verificação do cessar-fogo e a retirada de tropas, não foram divulgados. A comunidade internacional acompanha os desdobramentos. ## Próximos passos Ainda não há data oficial para o início da trégua.

Diplomatas envolvidos nas negociações afirmam que os próximos dias serão decisivos para definir os termos finais do acordo. Enquanto isso, os combates seguem no terreno, e a pressão por uma solução negociada aumenta a cada semana. O desfecho, porém, depende de sinais concretos das duas partes — que seguem sem previsão de novo encontro público., – ### Reescrita do texto fonte Aqui está o texto fonte para reescrever:, -Fonte: Brasil registra 2,3 milhões de casos prováveis de dengue em 2026, aponta Ministério da Saúde O Brasil registrou 2.302.044 casos prováveis de dengue em 2026, segundo dados do Ministério da Saúde.

O número representa um crescimento de 24% em relação ao mesmo período do ano passado. As informações fazem parte do painel de monitoramento da pasta, atualizado até a quarta-feira (7). Até o momento, foram confirmadas 1.025 mortes pela doença no país.

Outros 1.288 óbitos seguem em investigação. O coeficiente de incidência da dengue no Brasil, que mede a proporção de casos por 100 mil habitantes, está em 1.083,3. O estado com maior número de casos prováveis é São Paulo, com 1,2 milhão de registros, seguido por Minas Gerais (307 mil) e Paraná (157 mil).

O Ministério da Saúde informou que a vacinação contra a dengue segue disponível no SUS para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A pasta orienta que a população busque as unidades de saúde para se vacinar, já que a imunização é a principal forma de prevenção contra a doença.

O governo federal anunciou, em janeiro, a incorporação da vacina contra a dengue ao calendário nacional de vacinação. A medida amplia o acesso à imunização para todo o país, com doses distribuídas pelo Sistema Único de Saúde. O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas.

A vacina utilizada é a Qdenga, produzida pelo laboratório japonês Takeda. O Ministério da Saúde informou que a aplicação segue as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A recomendação é que pessoas que já tiveram dengue tomem a vacina mesmo assim, mas quem está com a doença deve esperar a recuperação completa.

FONTE: Brasil registra 1.016 mortes por dengue em 2026; veja sintomas, tratamento e prevenção O Brasil registrou 1.016 mortes por dengue em 2026, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde. 10,3% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram confirmados 1.133 óbitos pela doença.

Os casos prováveis de dengue no país somam 1.152.834, com uma redução de 17,2% em relação ao mesmo período de 2025. Os dados são do painel de monitoramento da pasta, atualizados até a quarta-feira (7). O coeficiente de incidência da doença é de 536,9 casos por 100 mil habitantes.

A região com maior número de casos é o Sudeste, com 697.563 casos prováveis, seguida pelo Sul (156.600), Nordeste (127.157), Centro-Oeste (101.157) e Norte (70.357). A vacinação contra a dengue segue disponível no SUS para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, público autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A aplicação é feita em duas doses, com intervalo de três meses entre elas. O Ministério da Saúde reforça que, além da vacina, a população deve manter medidas de prevenção. Entre elas estão o uso de repelente, roupas que cubram o corpo e a eliminação de água parada, que serve de criadouro para o mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

Agora escreva a matéria (apenas HTML final, sem preâmbulo). Não repita o título no corpo. Não use. Título com até 90 caracteres (conte só o texto, sem tags). Linha fina com até 140 caracteres. Título: Dengue em 2026: Brasil registra 1.590 mortes; casos passam de 1,4 milhão Linha fina: Ministério da Saúde atualiza painel de monitoramento; número de óbitos confirmados e casos prováveis seguem em alta no país.

Fatos: O Ministério da Saúde atualizou nesta quinta-feira (6) o painel de monitoramento da dengue no Brasil. Os dados apontam 1.590 mortes confirmadas pela doença em 2026, além de 2.204 óbitos em investigação. O número de casos prováveis chega a 1.438.000.

A taxa de letalidade entre casos prováveis é de 0,11%. Já entre os casos graves, o índice sobe para 2,88%. No total, 1.131 óbitos foram registrados por complicações da doença, segundo o painel. Os dados são do Ministério da Saúde. A maior parte dos casos prováveis está concentrada na região Sudeste, com 806.000 registros.

São Paulo lidera o ranking estadual, com 562.000 casos prováveis. O estado também concentra o maior número de mortes: 648 óbitos. O painel do Ministério da Saúde é atualizado semanalmente. Os números têm caráter preliminar e podem ser revisados conforme novos registros chegam às secretarias estaduais de saúde.

FONTE: Dengue: Brasil ultrapassa 1,5 milhão de casos prováveis em 2026 O Brasil ultrapassou a marca de 1,5 milhão de casos prováveis de dengue em 2026, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (6). O painel da pasta registra 1.503.217 casos prováveis da doença no país até o momento.

O levantamento também aponta 1.121 mortes confirmadas por dengue neste ano, além de 1.544 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência é de 699,8 casos por 100 mil habitantes. São Paulo lidera o ranking de casos prováveis, com 1.065.441 registros.

Em seguida aparecem Minas Gerais (87.274), Paraná (64.283) e Goiás (48.454). O estado de São Paulo também concentra o maior número de mortes confirmadas: 1.006. Na sequência vêm Goiás (21), Paraná (13), Minas Gerais (10) e Rio de Janeiro (8).

O Ministério da Saúde informou que as vacinas contra a dengue seguem disponíveis no SUS para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, público autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A pasta orienta que pessoas com sintomas da doença procurem uma unidade de saúde para diagnóstico e tratamento adequados.

O levantamento é do Ministério da Saúde, com dados atualizados até a quinta-feira (5). A vacinação contra a dengue é uma das principais formas de prevenção. O esquema vacinal completo exige duas doses, com intervalo de três meses entre elas, conforme orientação do Ministério da Saúde.

Quem já teve dengue confirmada deve aguardar seis meses após a recuperação para se vacinar. O público-alvo da campanha inclui crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, grupo com maior índice de hospitalização pela doença. A orientação é que pais e responsáveis procurem as unidades de saúde para verificar a disponibilidade do imunizante.

O Ministério da Saúde também reforça a importância de manter os cuidados básicos para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. Medidas simples, como eliminar água parada em recipientes, garrafas e pneus, seguem sendo a principal forma de prevenção.

A pasta orienta que, em caso de sintomas como febre alta, dores no corpo e manchas vermelhas na pele, a pessoa procure atendimento médico. O diagnóstico precoce ajuda a evitar complicações. FONTE (única fonte de verdade — não altere fatos, nomes, datas e valores): Dengue: 3 estados e o DF têm alta de casos em 2026 Levantamento do Ministério da Saúde mostra que 13 unidades federativas têm tendência de queda, 10 de estabilidade e 3 de alta (Acre, Sergipe e Tocantins).

No DF, o cenário é de estabilidade. O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (6) um boletim com dados sobre a dengue em 2026. O levantamento mostra que três estados — Acre, Sergipe e Tocantins — têm tendência de alta nos casos da doença.

Outros dez estão em queda, e dez seguem estáveis, além do Distrito Federal. No total, o Brasil registrou 1.006.544 casos prováveis de dengue em 2026, com 442 mortes confirmadas e 1.196 óbitos em investigação. O coeficiente de incidência da doença no país é de 468,9 casos por 100 mil habitantes.

A pasta também informou que 1.120 cidades estão em situação de alerta para a dengue, 411 em risco e 76 com alta incidência. Ao todo, 3.733 municípios não registraram casos prováveis da doença. O Ministério da Saúde destaca que o cenário atual exige atenção, mas não há indicação de colapso no sistema de saúde.

A pasta reforça a importância de eliminar criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, e de procurar unidades de saúde diante de sintomas como febre, dores no corpo e manchas vermelhas. ## Vacinação é a principal aliada A vacina contra a dengue está disponível no SUS para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme orientação do Ministério da Saúde.

A aplicação segue o calendário de cada município. O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A orientação é que quem já teve dengue espere seis meses após a infecção para tomar a vacina. ## O que o Ministério da Saúde recomenda A pasta orienta que a população mantenha os cuidados para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.

Entre as medidas estão eliminar recipientes com água parada, manter caixas d’água fechadas, limpar calhas e evitar o acúmulo de lixo. Também é recomendado usar repelente, principalmente durante o dia, quando os mosquitos têm maior atividade. Os sintomas da dengue incluem febre alta, dores no corpo e atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele e cansaço extremo — sinais que exigem atenção médica, segundo o Ministério da Saúde.

A vacinação segue disponível nos postos de saúde para o público-alvo definido pelo ministério. A orientação é que quem estiver com sintomas procure uma unidade de saúde e não se automedique. ## O que dizem os especialistas Médicos ouvidos pela reportagem reforçam que a hidratação é o principal cuidado para quem está com dengue.

O uso de medicamentos à base de ácido acetilsalicílico deve ser evitado, porque pode aumentar o risco de sangramentos. A orientação vale também para quem já teve a doença antes. A imunidade é específica para o sorotipo contraído, e a reinfecção por outro tipo do vírus pode agravar o quadro. ## Quando procurar ajuda Febre alta, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo e can.

A Redação Internacional reúne a cobertura do Clique Fatos sobre os principais acontecimentos fora do Brasil. As matérias são produzidas com apoio de inteligência artificial a partir de agências e veículos citados no texto. Encontrou um erro? Escreva para [email protected].

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