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Zelensky afirma que a Rússia não deve ser “recompensada” por sua invasão à Ucrânia

Declaração se segue após o presidente americano Donald Trump solicitar que a Ucrânia apresentasse vantagens em troca de um acordo de paz.

Por: Ricardo Tavares

18/08/2025 12:16

5 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, declarou nesta segunda-feira (18), antes de sua reunião com Donald Trump, que a Rússia não deveria ser “recompensada” após a invasão, em resposta à pressão do presidente americano para que a Ucrânia fizesse concessões em troca da paz.

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As negociações, que também envolverão líderes europeus, acontecerão após a cúpula de sexta-feira entre o presidente americano e seu homólogo russo, Vladimir Putin, no Alasca, que não obteve um acordo de cessar-fogo.

Trump, após se reunir com Putin, abandonou sua insistência em uma trégua em favor de um acordo de paz definitivo, declarou no domingo que Zelensky poderia encerrar a guerra “quase imediatamente”, se quisesse, mas que, para a Ucrânia, “não há como voltar atrás” na Crimeia nem “entrar na Otan”.

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Zelensky e os líderes europeus advertiram contra concessões políticas e territoriais à Rússia, considerando que o ataque da Ucrânia desde fevereiro de 2022 resultou em dezenas de milhares de mortes.

A Rússia não deve ser recompensada por sua participação nesta guerra (…). E é Moscou que deve obedecer à ordem: Pare!

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O presidente Trump e o presidente Zelensky se encontrarão em privado antes de participarem de uma reunião com o primeiro-ministro do Reino Unido, o presidente da França, o chanceler da Alemanha, o primeiro-ministro da Itália e o presidente da Finlândia, além do secretário-chefe da OTAN, Mark Rutte, e da chefe da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Os líderes europeus também realizarão uma reunião preparatória com Zelensky antes das negociações com Trump, informou a União Europeia. Antes da reunião desta segunda-feira, a China instou “todas as partes” a estabelecerem a paz “o mais rápido possível”.

Será a primeira visita de Zelensky à Casa Branca desde fevereiro, quando Trump e seu vice-presidente J.D. Vance o criticaram por não demonstrar agradecimento suficiente pela ajuda americana contra a invasão russa.

Os confrontos no campo de batalha prosseguem, com trocas de disparos e perdas causadas por veículos aéreos não tripulados.

A Rússia continuou seus ataques contra a Ucrânia antes das novas negociações, lançando pelo menos 140 drones e quatro mísseis balísticos entre a noite de domingo e a madrugada de segunda-feira, segundo a Força Aérea ucraniana.

Um ataque com drones da Rússia a um edifício residencial de cinco andares em Kharkiv resultou na morte de pelo menos sete indivíduos, de acordo com as autoridades.

Zelensky classificou os ataques como uma tentativa de “humilhar os esforços diplomáticos”.

Enquanto isso, ataques ucranianos em áreas controladas pela Rússia nas regiões de Kherson e Donetsk resultaram em duas mortes, de acordo com autoridades em Moscou.

Discussão sobre o território

A Rússia ocupa atualmente vinte por cento (20%) da Ucrânia.

Incorporou a Crimeia em 2014, após um referendo criticado como fraude por Kiev e pelo Ocidente, e repetiu a ação em 2022 nas quatro regiões ucranianas de Donetsk, Kherson, Luhansk e Zaporizhzhia, ainda que suas tropas não as tenham ocupado totalmente.

O enviado especial de Trump, Steve Witkoff, espera que um “acordo” seja alcançado com Zelensky nesta segunda-feira e que os Estados Unidos possam “retomar as negociações com os russos para avançar e concluir com sucesso este acordo de paz”.

Witkoff declarou que, no Alasca, a Rússia realizou algumas concessões territoriais em relação a cinco regiões ucranianas relevantes na guerra.

Um especialista no assunto revelou à AFP que o presidente exige que a Ucrânia desocupe o Donbass e, por conseguinte, entregue totalmente aquele território, que abrange as regiões de Donetsk e Luhansk, no leste da Ucrânia.

A Rússia também propõe congelar a frente de batalha em Kherson e Zaporizhia (sul da Ucrânia).

Há uma discussão relevante sobre Donetsk e o que estaria acontecendo lá, que será detalhada especificamente na segunda-feira, afirmou Witkoff, sem fornecer mais informações.

Há preocupações na Europa de que Washington possa pressionar a Ucrânia a aceitar as condições impostas pela Rússia.

Zelensky recusou as concessões territoriais, porém manifestou-se aberto a debater o assunto no âmbito de uma cúpula tripartite envolvendo Trump e Putin.

Segurança assegurada.

Os Estados Unidos não aplicaram novas sanções a Moscou, e o recebimento entusiasmado de Putin no Alasca, em seu primeiro contato com o Ocidente após a invasão da Ucrânia, foi interpretado como uma jogada diplomática lançada pelo Kremlin.

Trump, contudo, assegurou uma proteção à Kiev similar ao Artigo 5 da OTAN, ainda que fora do alcance da Aliança Atlântica, que Moscou considera uma ameaça existencial às suas fronteiras.

O presidente francês afirmou que os chefes de Estado europeus questionarão até que exteinto os Estados Unidos estejam dispostos a fornecer garantias de segurança para a Ucrânia em um eventual acordo de paz.

Zelensky, por sua vez, considerou a decisão dos EUA de fornecer garantias de segurança ao seu país como “histórica”.

Fonte por: Carta Capital

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Autor(a):

Ricardo Tavares

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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