🔥 Kiryu de Volta e Mais Poderoso! Yakuza Kiwami 3 Revoluciona a Saga! 🔥
O icônico protagonista retorna em Yakuza Kiwami 3, com um remake que resolveu as críticas do original! Okinawa ganha vida com detalhes incríveis e um ritmo frenético.
O combate é o destaque: dois estilos distintos, incluindo o explosivo Ryukyu Style, com armas e golpes coreografados para o exagero que a franquia Yakuza adora.
E tem mais: a campanha paralela Dark Ties acompanha o ambicioso Yoshitaka Mine antes de sua ascensão na Tojo Clan!
Prepare-se para uma experiência épica e cheia de ação! 💥
A saga do Kiryu sempre teve seus momentos de atrito, e a recomendação da trilogia, em particular, não escapou de críticas. Yakuza 3, lançado em 2009, é um exemplo disso. Não pela sua história, que ainda assim mantém um certo peso, mas sim por suas mecânicas que, em 2026, pareciam datadas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O combate travado, inimigos excessivamente defensivos, ritmo irregular e a sensação de voltar repetidamente para épocas passadas eram fatores que afastavam muitos jogadores. A proposta de Yakuza Kiwami 3 é justamente resolver essa questão, com uma reconstrução completa do jogo e, de quebra, a adição de um segundo jogo, Dark Ties, focado no antagonista Yoshitaka Mine, como uma campanha paralela com identidade própria.
O resultado é muito mais do que um simples “tapa no visual”.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A primeira vitória do remake é imediata: Okinawa finalmente parece um lugar real, não apenas um hub funcional. O cenário é familiar, mas a ambientação ganha densidade, detalhe e energia. A região sempre foi importante por ser o “respiro” do Kiryu, e agora esse respiro tem presença, com ruas mais cheias e mais chances de a cidade virar palco para esquetes cômicas típicas da série (inclusive em sub-histórias clássicas que retornam com variações e surpresas).
O combate é, sem dúvida, o ponto alto da renovação. O Kiwami 3 trata o combate como prioridade número 1, e isso faz sentido: era aqui que o jogo original mais afastava gente. O Kiryu agora alterna entre dois estilos. Um deles preserva a “assinatura” do Dragão de Dojima, aquele jeitão de porrada direta, agarrões, contra-ataques e abuso criativo do cenário.
O outro é a grande novidade e também o maior tempero do remake: o Ryukyu Style, inspirado em artes marciais e armas tradicionais de Okinawa, com golpes que misturam entradas rápidas, mudanças de cadência e combos que parecem coreografados para serem exagerados do jeito que só a franquia Yakuza sabe ser.
O mais legal é como o estilo Ryukyu brinca com o “arsenal” sem virar menu: as armas ficam integradas ao fluxo de ataque, e o jogo incentiva alternar ritmo (toques vs. ataques carregados) para trocar o instrumento no meio da sequência. Na prática, isso faz o combate parecer mais maleável e menos “bate até quebrar guarda”.
E sim, é visualmente absurdo ver o Kiryu emendar suas armas quase como se fosse um personagem de game de luta, mas “absurdo” aqui é elogio. O Ryukyu Style também conta com uma lista variadas como sai, nichogama, tonfa, tekko, nunchaku, eiku e surujin.
Isso bate com a sensação de kit bem mais amplo do que o de Yakuza 3 antigo.
A parte mais surpreendente é Dark Ties, onde podemos acompanhar Mine antes de Yakuza 3, explorando a ascensão dele e o vazio existencial que o empurra para procurar pertencimento dentro da Tojo Clan. No controle, Mine se diferencia bem do Kiryu. O estilo dele puxa para trocação técnica, com golpes mais elásticos e uma agressividade que nasce de precisão, não de força bruta.
O gancho mecânico aqui é o Dark Awakening, um modo de poder ativado ao “consumir” cargas acumuladas durante os combos, liberando moves mais violentos e um aumento claro de dano. Dark Ties também entrega uma boa variedade de atividades, sub-histórias próprias e aquela sensação de bairro vivo que sustenta a série.
O que enriquece bastante a gameplay.
O pacote inteiro tem cara de “correção histórica”: pegar um capítulo narrativamente importante, mas mecanicamente cansado, e fazê-lo finalmente conversar com o padrão moderno da franquia. Este remake sabe bem pegar o drama e calor humano do jogo original sem alongar demais as partes mornas, tornando-se um produto muito mais atraente.
No fim, tenho que admitir: o estúdio sabia muito bem das críticas do game original e lutou para fazer grandes mudanças. Ou seja, ainda que eles estivessem seguindo a linha de retrabalhos da franquia, Yakuza 3 precisava desse tratamento. Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties
Desenvolvedora: Ryu Ga Gotoku Studio
Publisher: SEGA
Plataformas: PS4, PS5, Xbox Series X, PC, Nintendo Switch
Autor(a):
Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.