Werewolf: The Apocalypse – Rageborn: Ação e Transformação no Alasca!

Garou enfrentam perigo no Alasca! “Werewolf: The Apocalypse – Rageborn” chega ao PlayStation 5, Xbox e PC com ação intensa e transformações surpreendentes.

(Imagem de reprodução da internet).

Werewolf: The Apocalypse – Rageborn Chega ao Mercado com Novas Formas e Ação no Alasca

A Nacon, em parceria com a crea-ture Studios, anunciou que o aguardado “Werewolf: The Apocalypse – Rageborn” estará disponível para PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PC. O jogo, um action-adventure, é baseado na quinta edição do popular RPG de mesa “Werewolf: The Apocalypse” e coloca o jogador na pele de Taylor, um jovem cuja vida toma um rumo inesperado após testemunhar o assassinato de um amigo ativista ambiental no coração do Alasca.

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Louis Lamarche, diretor criativo e presidente da crea-ture Studios, detalhou a escolha da franquia, destacando a natureza do personagem: “A inspiração principal foi a própria essência do personagem, que já possui elementos de Metroidvania devido à sua capacidade de transformação.” Ele explicou que, ao contrário de jogos de ação tradicionais, “Rageborn” oferece ao protagonista a habilidade de alternar entre diferentes formas, o que é central para o design do combate e da exploração.

Três Formas, Três Estilos de Jogo O sistema central do jogo gira em torno da transformação dinâmica entre as três formas dos Garou, que podem ser ativadas a qualquer momento. A forma Homid, a humana, é especializada em armas de fogo e bestas, com mobilidade aprimorada pelo kyoketsu shoge. A forma Lupus, a de lobo, é ágil e veloz, ideal para exploração, furtividade e ataques silenciosos, permitindo saltos longos e navegação eficiente em plataformas. Por fim, a forma Crinos, a forma de guerra, oferece combate corpo a corpo devastador com combos alimentados pela Raiva, além da capacidade de destruir obstáculos e abrir novos caminhos.

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Lamarche ilustrou como o design dos inimigos exige que o jogador adapte seu estilo de jogo. Por exemplo, um drone voador nunca será derrubado com ataques corpo a corpo do Crinos, exigindo a troca para a forma Homid e o uso de uma arma de longo alcance.

Já a chefe Blair só pode ser derrotada com a combinação de diferentes formas ao longo do combate, e o próprio caminho até a sala da chefe exige a agilidade do Lupus para superar plataformas.

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Progressão, Mundo e a Toca dos Lobisomens O jogo se passa no Alasca, um território vasto e interconectado, com caminhos que se revelam à medida que o jogador evolui. A estrutura do jogo se inspira no gênero Metroidvania, onde desbloquear novas habilidades de travessia ou combate abre áreas antes inacessíveis para exploração. O sistema de progressão é orgânico, baseado na coleta de raízes místicas que fortalecem o vínculo com Gaia e desbloqueiam novas habilidades, chamadas de Dádivas. Existem centenas de combinações possíveis, permitindo que cada jogador crie sua própria build.

Os inimigos incluem mercenários do Lethe Lab, máquinas da corporação Pentex e outras entidades sobrenaturais, todos com comportamentos adaptados ao estilo de jogo do usuário. Além do combate e da exploração, há uma camada de gerenciamento: a Toca.

Ao resgatar aliados, o jogador expande sua base, desbloqueando crafting, upgrades de equipamentos e Dádivas, impulsionando a progressão da campanha.