Werder Bremen desiste de tour nos EUA devido a política anti-imigração
A política de imigração do governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, influenciou a decisão do Werder Bremen de cancelar um tour programado para maio deste ano. A informação foi confirmada pelo diretor-executivo do clube, Klaus Filbry, em entrevista ao site alemão DeichStube.
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Filbry destacou a gravidade da situação ao mencionar que “duas pessoas foram mortas a tiros por autoridades estaduais em Minnesota. Jogar em uma cidade que atualmente enfrenta distúrbios e onde pessoas estão sendo baleadas não condiz com os valores do nosso clube.
Isso não vai acontecer”.
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Contexto de violência e dificuldades de entrada
As ações anti-imigração nos EUA têm gerado um clima de insegurança. Recentemente, um cidadão americano foi morto por agentes do ICE, e esse incidente ocorreu logo após a morte de Renne Good, também americana. Esses eventos se somam a outras ações violentas na região, como a prisão de uma criança de 5 anos e a abordagem de um cidadão venezuelano.
Além disso, o governo americano anunciou, em fevereiro, a retirada de certas políticas, mas a incerteza persiste. Filbry mencionou que “já não está claro quais jogadores podem entrar nos Estados Unidos por causa dos requisitos de entrada mais rigorosos, que incluem a análise dos perfis nas redes sociais dos últimos cinco anos”.
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Desafios financeiros e esportivos do Werder Bremen
Além das questões políticas, o Werder Bremen enfrenta desafios internos significativos, tanto financeiros quanto esportivos. Atualmente, o clube ocupa a 16ª posição no campeonato alemão e não participa de competições além do torneio nacional, o que levou a diretoria a reconsiderar seus planos.
Filbry ressaltou que “a atual conjuntura dificulta o planejamento e pode acarretar certos riscos financeiros”, refletindo a necessidade de uma reavaliação das estratégias do clube diante do cenário atual.
