Wall Street fecha em dia de incertezas: Trump pressiona aliados e ações oscilam!

Wall Street fecha sem direção clara, com Donald Trump ameaçando tarifas a aliados. Descubra os impactos no mercado e as reações das empresas!

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(Imagem de reprodução da internet).

Índices de Wall Street Encerram Sem Direção Definida

Os principais índices da bolsa de valores de Wall Street fecharam o pregão desta sexta-feira (23) sem uma tendência clara. As tensões geopolíticas continuam a ser um fator relevante, especialmente após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter ameaçado impor tarifas a aliados europeus.

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Essa medida visa pressioná-los a aceitar as demandas dos EUA sobre a Groenlândia.

Na quarta-feira (21), Trump descartou a possibilidade de uma anexação forçada da Groenlândia. No fechamento desta sexta, o Dow Jones registrou uma queda de 0,58%, atingindo 49.098 pontos. O S&P 500 teve uma leve alta de 0,02%, alcançando 6.914 pontos, enquanto o Nasdaq subiu 0,28%, chegando a 23.501 pontos.

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Ao longo da semana, o S&P 500 caiu 0,36%, o Dow Jones teve uma queda de 0,53% e o Nasdaq perdeu 0,06%.

Destaques do Mercado

Um dos principais destaques desta sexta-feira foi uma empresa que viu suas ações despencarem mais de 17%. A companhia previu receitas e lucros trimestrais abaixo das expectativas do mercado, citando dificuldades em atender à demanda por chips de servidor utilizados em data centers de inteligência artificial.

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Apesar disso, os papéis da empresa acumulam uma alta de cerca de 50% desde o início do ano.

Por outro lado, a Nvidia teve um aumento de mais de 1,5% após a Bloomberg News informar que autoridades chinesas comunicaram à Alibaba, Tencent e ByteDance que podem começar a fazer pedidos para os chips de IA H200 da Nvidia. Com muitas empresas de tecnologia e semicondutores ainda com preços elevados, 2026 é considerado por muitos como o ano em que a empolgação com a inteligência artificial e os significativos investimentos devem se refletir em receitas corporativas.

Indicadores Econômicos

Na manhã desta sexta, foi divulgado que o Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto preliminar dos EUA permaneceu quase inalterado em janeiro. A S&P Global informou que o PMI subiu ligeiramente para 52,8 neste mês, em comparação com 52,7 em dezembro.

Uma leitura acima de 50 indica expansão no setor privado.

A Pesquisa de Consumidores da Universidade do Michigan revelou que o Índice de Confiança do Consumidor aumentou para uma leitura final de 56,4 neste mês, superando a estimativa anterior de 54,0. Com esses dados, espera-se que o Federal Reserve mantenha as taxas de juros entre 3,5% e 3,75% na próxima semana.

A ferramenta FedWatch do CMEGroup indica que os mercados projetam o primeiro corte de juros para junho.

Autor(a):

Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.

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