Wall Street inicia o dia em alta, impulsionada pelos resultados da TSMC e lucros robustos de Goldman Sachs e Morgan Stanley. Confira os detalhes!
Os principais índices de Wall Street apresentaram valorização na abertura do mercado nesta quinta-feira, 15 de janeiro de 2026. Os resultados trimestrais da TSMC impulsionaram um rali entre os fabricantes de chips, com a empresa superando as expectativas e alcançando um recorde histórico.
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Além disso, a TSMC sinalizou um crescimento robusto e a expansão da capacidade de produção nos Estados Unidos.
Por volta das 12h10, no horário de Brasília, as ações da TSMC subiam mais de 6%. A Nvidia também registrava alta de mais de 2%, enquanto Broadcom e Micron apresentavam ganhos de mais de 2% e 3%, respectivamente. Os investidores estavam atentos aos lucros do Morgan Stanley e do Goldman Sachs.
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O Goldman Sachs reportou um lucro líquido de US$ 4,620 bilhões no quarto trimestre do ano passado, o que refletiu em uma valorização de suas ações, que subiam mais de 2% no mesmo horário mencionado. Por sua vez, o Morgan Stanley teve um lucro líquido de US$ 4,39 bilhões no quarto trimestre de 2025, representando um aumento de cerca de 18% em relação aos US$ 3,71 bilhões do ano anterior.
No mesmo período, o lucro diluído por ação do Morgan Stanley foi de US$ 2,68, superando o consenso da FactSet, que era de US$ 2,43. As ações do banco subiam mais de 4%. A BlackRock também se destacou, registrando um lucro líquido superior a US$ 1 bilhão no quarto trimestre do ano passado, com suas ações subindo mais de 4% na bolsa.
Na abertura do mercado, o Dow Jones subia 0,10%, alcançando 49.201 pontos. O S&P 500 apresentava um ganho de 0,62%, a 6.969 pontos, enquanto o Nasdaq tinha alta de 0,95%, a 23.693 pontos. Por volta das 12h10, o Dow Jones valorizava 0,34%, a 49.317 pontos, com o Nasdaq subindo 0,79%, a 23.658 pontos, e o S&P 500 registrando uma alta de 0,52%, a 6.962 pontos.
Além disso, os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caíram para 198.000 na semana encerrada em 10 de janeiro, segundo dados ajustados sazonalmente do Departamento do Trabalho. Economistas consultados pela Reuters esperavam 215.000 pedidos para a última semana.
Autor(a):
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.