Você sabe se merece mais? Descubra como a CLT pode aumentar seu salário em 2026!

Você sabe se está recebendo o que merece? Em 2026, descubra como a CLT pode garantir adicionais de até 40% no salário para quem trabalha em condições de risco!

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(Imagem de reprodução da internet).

Você recebe o que realmente merece? Entenda a regra da CLT em 2026

Embora o abono natalino do 13º salário seja um dos benefícios mais esperados, há uma previsão legal que pode aumentar os rendimentos mensais dos trabalhadores. Aqueles que atuam em ambientes com agentes nocivos ou situações de risco podem ter direito a um adicional de 40% no salário, conforme a legislação.

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Esse adicional pode superar o valor do 13º salário, pois incide mensalmente sobre a folha de pagamento. Com o novo salário mínimo estabelecido em R$ 1.621,00, os cálculos de insalubridade e periculosidade precisam ser observados com atenção por trabalhadores e empresas.

Adicionais de insalubridade e periculosidade

É importante destacar que os adicionais de insalubridade e periculosidade não são bônus opcionais, mas compensações obrigatórias devido ao desgaste físico, mental ou ao risco de vida associado a determinadas funções. A seguir, apresentamos informações essenciais sobre esses direitos.

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Como funciona o adicional de insalubridade?

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em seu artigo 189, protege os trabalhadores expostos a agentes nocivos acima dos limites de tolerância. Profissões como enfermeiros, soldadores e químicos podem ter direito a esse adicional.

O cálculo é baseado no salário mínimo vigente e classifica a exposição em três graus. Por exemplo, Pedro, um soldador com salário de R$ 2.000,00, receberá R$ 648,40 a mais se sua atividade for classificada como insalubre de grau máximo (40%).

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Assim, seu salário bruto totaliza R$ 2.648,40.

Como funciona o adicional de periculosidade?

Ao contrário da insalubridade, que se refere a riscos à saúde a longo prazo, a periculosidade, conforme o Artigo 193 da CLT, remunera o risco de morte imediata. Profissionais como vigilantes, eletricistas e motoboys estão incluídos nesse grupo.

Por exemplo, Tiago, um vigilante patrimonial com salário de R$ 2.200,00, recebe um adicional de 30%, resultando em R$ 660,00 a mais por mês. Assim, seu rendimento total passa a ser de R$ 2.860,00.

Impactos dos direitos e o que fazer em caso de descumprimento

A legislação estabelece diretrizes rigorosas sobre como esses valores devem ser pagos e como influenciam outros benefícios. Se a empresa não cumprir com o pagamento dos adicionais, pode enfrentar sanções severas.

Para solicitar o adicional, o primeiro passo é consultar as Normas Regulamentadoras (NR 15 para insalubridade e NR 16 para periculosidade). É fundamental que o reconhecimento do direito seja respaldado por um laudo técnico assinado por um médico ou engenheiro do trabalho.

O que fazer em caso de recusa?

Se a empresa se recusar a realizar a perícia ou a pagar o valor devido, o trabalhador deve formalizar o pedido junto ao RH. Caso a recusa persista, é recomendável buscar auxílio sindical ou orientação jurídica para assegurar o cumprimento da CLT.

Dicas de segurança

Para garantir seus direitos trabalhistas, é essencial estar bem informado sobre as leis e os direitos previstos na CLT.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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