Vladimir Padrino López, ministro da Defesa da Venezuela, pede à população que retome a normalidade após ação militar dos EUA. Entenda os desdobramentos!
No último domingo (4), o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, solicitou que a população retome suas atividades diárias. O pedido ocorreu um dia após a ação militar dos Estados Unidos em Caracas. Em um pronunciamento veiculado pela emissora estatal VTV, López pediu calma e alertou os venezuelanos sobre a “guerra psicológica” que estariam enfrentando.
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O ministro fez um apelo ao povo para que mantenham a paz e a ordem, evitando ceder ao medo e às ameaças. “Peço que o povo retome suas atividades econômicas, laborais e educativas nos próximos dias”, afirmou Padrino.
Após a operação militar dos EUA, o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, foram capturados e levados para Nova York, onde enfrentarão acusações de tráfico internacional de drogas. Padrino descreveu a ação como um sequestro e exigiu a “rápida libertação” do casal.
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Em um pronunciamento anterior, o ministro afirmou que a operação resultou no “assassinato a sangue frio” de muitos membros da equipe de segurança de Maduro, incluindo soldados e civis inocentes.
A jornalista da CNN, Mary Mena, reportou que, um dia após a captura de Maduro, a população da capital da Venezuela estava em filas para comprar alimentos e remédios. Apesar da apreensão sobre o futuro do país, os postos de gasolina permanecem abertos e os voos domésticos continuam operando.
O repórter Pedro Teixeira, da CNN Brasil, que está em Pacaraima (RR), observou que o fluxo de pessoas e veículos na fronteira com o Brasil voltou ao normal. “O clima é de tranquilidade, com movimentação regular tanto de venezuelanos entrando no Brasil quanto de brasileiros indo para a Venezuela”, informou.
Nicolás Maduro deve comparecer pela primeira vez a um tribunal em Nova York nesta segunda-feira (5), às 14h. A audiência será conduzida pelo juiz distrital Alvin Hellerstein, conforme informações do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul de Nova York.
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Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.