Vereadora do PP cobra afastamento de Ciro Nogueira e sugere Tereza Cristina

Vereadora do PP cobra atitude! Senadora Tereza Cristina na presidência do partido? Veja o choque em São Paulo. #Política #PP #Investigações

A vereadora de São Paulo, representando o Progressistas (PP), manifestou-se na quinta-feira, 7 de maio de 2026, defendendo que a senadora (PP-MS) assumisse a presidência do partido até que as investigações envolvendo o senador (PP-PI) sejam concluídas.

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A postura da parlamentar paulista visa garantir a transparência e o respeito aos procedimentos de apuração. Segundo ela, a senadora Tereza Cristina, com sua experiência e liderança no Senado, seria uma solução adequada para a situação. “É uma convicção minha”, afirmou em declarações ao Poder360.

Recomendação e Preocupações com a Presunção de Inocência

Paschoal, como foi identificado, sugeriu que o senador Ciro Nogueira se afastasse temporariamente da presidência do partido, especialmente considerando o período eleitoral. Ele argumentou que essa medida protegeria os candidatos do PP, que não estão envolvidos nas investigações em curso contra o presidente da sigla.

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Apesar da presunção de inocência no âmbito penal, Paschoal defendeu que, em prol da coisa pública, é preferível adotar uma postura preventiva. “É melhor pecar pelo excesso”, declarou.

Protegendo os Candidatos e Evitando Fortalecimento de Outros Partidos

A vereadora expressou o desejo de que o afastamento de Ciro Nogueira não resultasse no fortalecimento de outras lideranças, como as do União Brasil, com o qual o PP integra uma federação. Ela acredita que o PP possui quadros próprios capazes de conduzir a sigla durante esse período delicado para o país e para o partido.

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A iniciativa, segundo ela, poderia ser uma medida tomada pelo próprio senador para evitar que outros membros precisassem tomar providências.

Polícia Federal Inicia Nova Fase da Operação Master

Na mesma data, 7 de maio de 2026, a Polícia Federal iniciou uma nova fase da Operação Master, investigando fraudes relacionadas ao Banco Master. A operação, que já havia sido noticiada, resultou na execução de 10 mandados de busca e apreensão e em uma prisão.

O ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, destacou que as investigações revelaram um “arranjo funcional e instrumentalmente orientado para obtenção de benefícios mútuos” entre o senador e o banqueiro.

As investigações apontam para pagamentos mensais e o uso gratuito de um imóvel de alto padrão como vantagens atribuídas ao senador. Em resposta, o ministro Mendonça determinou medidas contra empresas envolvidas, incluindo a suspensão das atividades da Green Investimentos S.A. e da BRGD S.A.

A Polícia Federal continua a investigar as complexas relações financeiras envolvidas na operação.