Vereador Iminentado em Caso Polêmico: Decisão Surpreende e Revela Conflito

Vereador é inocentado em caso polêmico! Justiça de Minas Gerais arquiva acusações de ameaça e incitação ao crime contra edil ligado à ex-presidente do PT.

Vereador é Iminentado em Caso de Ameaça e Incitação ao Crime

Em uma decisão que encerra definitivamente o caso, o vereador de Belo Horizonte, ligado à ex-presidente do PT, foi inocentado pela Justiça de Minas Gerais. A acusação, movida por um deputado federal do PL-MG, o envolvia em uma ação criminal por supostas ameaças e incitação ao crime.

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A notícia foi confirmada nesta terça-feira, 12 de maio de 2026, com a certificação da sentença.

Inicialmente, a ação do deputado federal havia sido interrompida em abril. O documento da decisão judicial, em formato PDF de 8,7MB, está disponível para consulta. A situação se desenrolou após a acusação alegar que o petista teria incitado à violência com a frase: “Mas se tiver que dar umas cadeiradas, com certeza, porque eles só aprendem desse jeito”.

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O vereador justificou suas declarações em relação à sua atuação como legislador.

A Justiça mineira, em abril, considerou que a fala do vereador era uma expressão retórica política, sem potencial para determinar uma conduta criminosa. O juiz Gustavo Henrique Hauck Guimarães, da 2ª Unidade Jurisdicional Criminal de Belo Horizonte, destacou que o denunciado utilizou uma figura de linguagem, afastando-se do requisito de determinar uma conduta criminosa a ser seguida por terceiros.

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O vereador Pedro e o deputado federal Nikolas Ferreira mantêm um histórico de confrontos. Em janeiro, após a defesa de Nikolas por uma intervenção externa no Brasil, Pedro solicitou a prisão e cassação do congressista. A ex-presidente Dilma Rousseff também se manifestou sobre a decisão, afirmando: “Embora o Nikolas siga me perseguindo todo santo dia, sigo firme defendendo o que acredito.

Essa vitória só me dá mais gás pra continuar”.

O Poder360 tentou obter uma resposta de Nikolas Ferreira através de mensagem enviada nesta terça-feira, 12 de maio, via WhatsApp. Até o momento da publicação desta reportagem, não houve resposta. A reportagem será atualizada caso uma declaração seja recebida neste jornal digital.