Venezuelanos se reuniram na sexta-feira (29) em Caracas para se juntar à Milícia Nacional Bolivariana após o chamado de recrutamento do líder Nicolás Maduro.
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A situação ocorre em face das crescentes tensões com os Estados Unidos após o envio de navios de guerra para o sul do Caribe.
Esta é a segunda fase de eventos de cadastramento no país sul-americano desde o início da tensão. O processo de recrutamento iniciou na semana passada.
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A Marinha dos EUA, com sete navios de guerra e um submarino de ataque nuclear, está na área ou em breve, com mais de 4.500 marinheiros e fuzileiros navais a bordo.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o combate aos cartéis de drogas é um objetivo central de seu governo. Autoridades americanas informaram à Reuters que os esforços militares visam combater as ameaças desses cartéis.
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Stephen Miller, vice-chefe de gabinete da Casa Branca, afirmou na sexta-feira que o aumento militar visava “combater e desmantelar organizações de tráfico de drogas, cartéis criminosos e organizações terroristas estrangeiras em nosso hemisfério”.
O líder chavista não divulgou dados sobre o número de voluntários que participaram do primeiro alistamento no fim de semana, mas declarou que a população “compareceu em massa” nas praças do país, bem como nos quartéis e bases militares onde o registro estava aberto.
A líder da oposição, Maria Corina Machado, declarou que o registro foi um “fracasso”. “As urnas vazias em toda a Venezuela hoje anunciam o futuro que se aproxima”, escreveu ela nas redes sociais.
Fonte por: CNN Brasil