Venezuela em crise! Governo interino declara estado de exceção em Caracas. Detenções em massa e ataques dos EUA chocam o mundo! Saiba mais.
Caracas, 3 de janeiro de 2026 – A Venezuela vive uma situação de extrema tensão após a implementação de um “estado de exceção” pelo governo interino. A medida, formalmente denominada “estado de conmoción exterior”, foi anunciada no Diário Oficial e visa, segundo o governo, proteger os direitos da população e garantir o funcionamento das instituições republicanas.
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O decreto concede poderes extraordinários ao Executivo por 90 dias, com possibilidade de prorrogação. A medida inclui a autorização para mobilização da Fanb (Força Armada Nacional Bolivariana), militarização de setores estratégicos, requisições de bens e restrições a manifestações.
Relatos de moradores de Caracas descrevem a presença de tanques da Guarda Nacional Bolivariana e um controle rigoroso da mobilidade urbana. Em diversos postos de controle, forças de segurança abordaram pedestres e motoristas, exigindo a entrega de celulares para revista.
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A situação gerou apreensão entre a população local.
O Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP) informou que 14 profissionais de mídia foram detidos e posteriormente liberados durante uma operação realizada nas proximidades do Palácio Legislativo, em Caracas. Desses, 11 eram correspondentes e colaboradores de veículos internacionais, que sofreram interrogatórios e tiveram seus celulares revistados à força.
Um dos profissionais foi deportado para a Colômbia. Os demais relataram ter permanecido em boas condições por volta da meia-noite de segunda-feira.
Adicionalmente, o jornalista italiano Stefano Pozzebon, correspondente da CNN, foi detido ao chegar ao aeroporto de Caracas e posteriormente expulso do país, apesar de possuir permissão de residência na Venezuela. O SNTP também comunicou que 23 jornalistas permanecem presos no país há períodos prolongados.
Em resposta à situação, o presidente dos Estados Unidos, (Partido Republicano), anunciou a realização de uma operação militar contra a Venezuela, capturando o presidente (PSUV, esquerda) e a primeira-dama. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, justificou a ação, afirmando que foi ordenada pelo então presidente Trump.
A operação, realizada na madrugada de sábado, envolveu ataques a quatro alvos no país com 150 caças e bombardeios, além do transporte de tropas por helicópteros militares para Caracas. A ação gerou questionamentos sobre a legalidade da intervenção militar em outro país sem aprovação da Organização das Nações Unidas.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.