Venezuela e EUA iniciam diálogo diplomático após acusações de agressão! Maduro busca restauração das relações, que foram interrompidas em 2019. Diálogo busca soluções para a acusação de agressão e violação do direito internacional
A Venezuela anunciou que iniciará um “processo exploratório diplomático” com os Estados Unidos, buscando restabelecer as relações diplomáticas, que foram interrompidas em 2019. O anúncio foi feito na sexta-feira, 9 de janeiro de 206, pelo chanceler Yván Gil.
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O objetivo principal do diálogo seria abordar questões como a acusação de “agressão e sequestro” contra o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, além de explorar oportunidades de colaboração em áreas de interesse mútuo.
O governo venezuelano reiterou a denúncia formal da agressão que considera ter sofrido, caracterizada como ilegítima e ilegal. A administração enfatizou que a situação resultou em mais de uma centena de mortes de civis e militares, ocorrendo em flagrante violação do direito internacional.
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O comunicado ressaltou a importância de abordar a ação militar, considerando-a um marco que viola o direito internacional.
A captura do presidente Maduro foi vista com grande preocupação pelo Brasil, conforme evidenciado em uma reunião extraordinária do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA). O embaixador brasileiro, Benoni Belli, expressou que a situação evocava tempos considerados ultrapassados, mas que voltavam a assolar a América Latina e o Caribe.
O presidente do Brasil, juntamente com outros líderes da América Latina, buscou estabelecer um diálogo para encontrar soluções.
Na quinta-feira, 8 de janeiro de 206, o Senado dos Estados Unidos aprovou uma resolução que determina a interrupção do uso da força contra a Venezuela, sem a autorização expressa do Congresso Nacional. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já havia mencionado a possibilidade de controlar a receita proveniente da venda de petróleo venezuelano por um longo período.
A medida visa garantir a segurança dos recursos energéticos da nação.
Os líderes dos países envolvidos expressaram grande preocupação com o uso da força contra um país sul-americano, em clara violação ao direito internacional, à Carta das Nações Unidas e à soberania da Venezuela. A busca por um cenário de paz e segurança regional e internacional se mantém como prioridade.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.