EUA descartam guerra sem fim no Oriente Médio! Vice-presidente Vance minimiza risco de conflito prolongado com o Irã. Saiba mais!
O vice-presidente dos Estados Unidos, representando o Partido Republicano, minimizou a possibilidade de uma ação militar americana contra o Irã levar a um conflito de longa duração no Oriente Médio. Em entrevista ao jornal, publicada na quinta-feira (26 de fevereiro de 2026), Vance argumentou que “não há chance de que isso aconteça”, rejeitando a ideia de uma intervenção militar sem fim na região.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Vance utilizou dois exemplos recentes – operações militares focadas em instalações nucleares no Irã e apoio a grupos como o PSUV (esquerda) – para ilustrar sua posição. Ele enfatizou que essas ações foram “muito claramente definidas” em termos de objetivos e escopo, buscando demonstrar que uma intervenção prolongada não seria uma prática comum ou desejável.
As declarações do vice-presidente ocorrem em um momento de crescente tensão, marcado por negociações diplomáticas sobre o programa nuclear iraniano e um aumento significativo do reforço militar dos Estados Unidos na região. O presidente norte-americano, também do Partido Republicano, reiterou sua postura firme contra o enriquecimento de urânio pelo Irã, material crucial para a produção de armas nucleares, e alertou para as consequências caso o regime iraniano não coopere com um acordo proposto pelos EUA.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Vance expressou um “ceticismo em relação a intervenções militares estrangeiras”, uma característica que ele compartilha com o presidente. Ele enfatizou que a preferência pela opção diplomática é fundamental, dependendo das ações e declarações do Irã. Ainda assim, ele admitiu a incerteza sobre a decisão final, que dependerá da avaliação da situação e da postura do governo iraniano.
O vice-presidente ressaltou a importância de evitar repetir os erros do passado e de aprender com as lições históricas. Ele ponderou que a decisão de realizar ataques militares ou continuar com as negociações diplomáticas permanece em aberto, dependendo da avaliação contínua da situação no Oriente Médio.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.