Vacina contra cepa do Ebola Bundibugyo pode levar até nove meses para ser produzida

A OMS revela que a vacina contra a cepa do Ebola Bundibugyo pode levar até nove meses para ser produzida. Descubra os detalhes dessa corrida contra o tempo!

21/05/2026 07:56

2 min

Vacina contra cepa do Ebola Bundibugyo pode levar até nove meses para ser produzida
(Imagem de reprodução da internet).

Vacina contra cepa do Ebola Bundibugyo pode levar nove meses para produção

Nove meses é o tempo estimado para a criação de uma vacina que combate a cepa do Ebola, Bundibugyo, que afeta áreas do continente africano. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (20) pela OMS (Organização Mundial da Saúde) durante uma coletiva de imprensa em Genebra.

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O processo de seleção de candidatos a imunizantes está sendo acelerado em resposta aos surtos da doença registrados na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda.

Foco na cepa Bundibugyo

Segundo Vasee Moorthy, consultor e líder da área de pesquisa e desenvolvimento da OMS, o trabalho de desenvolvimento e triagem levará meses para ser finalizado devido à complexidade dos testes. Neste momento, os esforços estão concentrados em uma variante específica do vírus.

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Moorthy informou que uma vacina está sendo desenvolvida especificamente para a cepa Bundibugyo, responsável pelos surtos na África, mas, no momento, não há doses disponíveis para ensaios clínicos.

“Esta deve ser a vacina priorizada como a mais promissora contra a cepa. A informação que temos é que isso provavelmente levará de seis a nove meses”, ressaltou o consultor.

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Segunda vacina candidata e incertezas

Uma outra vacina candidata para combater a doença também está em fase de desenvolvimento, com um cronograma de testes diferente. As doses desse segundo imunizante para ensaios clínicos podem estar disponíveis em cerca de dois ou três meses. No entanto, a liberação ainda depende de etapas cruciais de validação de segurança e eficácia.

Moorthy comentou sobre os próximos passos: “Há muita incerteza. Vai depender dos resultados de testes em animais para que ela possa ser considerada uma vacina promissora”.

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Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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