Ucrânia compartilha segredos contra drones! Zelensky oferece expertise a aliados após ataques. Saiba mais!
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou nesta segunda-feira (2) que seu país está pronto para oferecer sua experiência operacional e tecnologias para combater drones fabricados no Irã, em colaboração com parceiros internacionais. Essa iniciativa surge em meio aos recentes ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos e Israel contra a Ucrânia.
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Zelensky enfatizou a disposição de disponibilizar especialistas ucranianos, ressaltando que essa assistência estaria condicionada à manutenção da proteção do território ucraniano como prioridade máxima.
O foco imediato do presidente é a proteção contínua das regiões ucranianas, incluindo Kharkov, Sumy, Poltava, Dnipro, Kryvyi Rih e Kiev. Ele reconheceu os desafios significativos enfrentados, buscando fortalecer as defesas dessas cidades. A prioridade, segundo Zelensky, é garantir a segurança dos cidadãos ucranianos no contexto atual de tensões e ameaças.
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Após declarações do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, sobre a intenção do Reino Unido de contratar especialistas ucranianos para auxiliar na interceptação de munições, Zelensky esclareceu que ainda não recebeu solicitações formais sobre o assunto.
Ele afirmou não ter conversado com representantes do Oriente Médio ou da Grã-Bretanha sobre o tema, indicando que não há nada a acrescentar a respeito.
Em relação ao possível impacto dos ataques aéreos contra o fornecimento de armas do Ocidente a Kiev, Zelensky expressou que, até o momento, não observou uma diminuição nos suprimentos recebidos de seus parceiros. Ele ressaltou que apenas 24 horas haviam se passado desde o início da situação, portanto, é cedo para tirar conclusões definitivas.
O presidente reconheceu, no entanto, que um conflito prolongado no Oriente Médio poderia aumentar os riscos nesse cenário.
A Rússia tem manifestado sua forte condenação à agressão dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Em uma declaração, o Kremlin criticou os ataques como um ato não provocado de agressão armada, que interromperam o progresso nas negociações sobre o programa nuclear iraniano.
A Rússia também condenou o ataque israelense a uma escola feminina em Minab, resultando na morte de crianças, reiterando que ataques contra alvos civis são inaceitáveis.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.