A Turquia comemorou, nesta quarta-feira (1º), o retorno à Copa do Mundo, encerrando um jejum de 24 anos. As ruas foram tomadas por celebrações, com um discurso que expressa tanto orgulho quanto uma ambição cautelosa entre jogadores e torcedores.
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Na noite de terça-feira (31), fãs se reuniram em diversas cidades, agitando bandeiras e fazendo buzinaços, relembrando a histórica campanha de 2002, quando a equipe alcançou as semifinais.
O capitão Hakan Çalhanoğlu, ao chegar em Istambul com a delegação, enfatizou que o foco imediato é avançar além da fase de grupos. “Vamos representar nosso país da melhor maneira na Copa do Mundo. Estamos muito orgulhosos de levar essa felicidade à nossa nação.
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Nosso primeiro objetivo é sair do grupo. Depois disso, vamos passo a passo. Eu acredito neste time”, declarou.
O meia do Real Madrid, Arda Güler, de apenas 19 anos e principal nome da nova geração, destacou a carga emocional da classificação para jogadores que cresceram assistindo à campanha de 2002. “Acabamos com a nossa saudade. Talvez não tenhamos jogado bem hoje, mas conseguimos avançar”, afirmou.
Ele também mencionou o impacto duradouro daquela geração histórica no imaginário dos atletas atuais. “Quando assistimos à Copa do Mundo de 2002, ainda sentimos arrepios. Agora temos a mesma oportunidade. Vamos tentar fazer o nosso melhor lá, sem subestimar ninguém”, completou.
Na edição de 2002, a Turquia foi eliminada na semifinal pelo Brasil, que se tornaria campeão. Na disputa pelo terceiro lugar, o atacante Hakan Şükür marcou o gol mais rápido da história das Copas, aos 10,8 segundos, contra a Coreia do Sul. Em uma análise recente, Şükür afirmou que a atual seleção pode causar dificuldades aos adversários, mesmo sem um centroavante tradicional, e destacou os desafios distintos que a equipe enfrentará na fase de grupos.
A imprensa turca refletiu o clima de otimismo, com o jornal Milliyet destacando a manchete “Cowboys turcos, esperem por nós, América”. O presidente da federação, İbrahim Hacıosmanoğlu, elevou o tom ao projetar a campanha da seleção. “Vamos ganhar o troféu e trazê-lo para casa”, afirmou.
Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.
