Donald Trump reafirma sua posição firme contra o programa nuclear do Irã, prometendo não permitir que o país desenvolva armas nucleares. Descubra os detalhes!
Na noite de terça-feira (24), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não permitirá que o Irã desenvolva sua própria arma nuclear. Durante seu discurso, ele acusou o país persa de continuar a se armar, apesar de ações anteriores que visaram suas instalações nucleares.
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“Após a operação Martelo da Meia-Noite, [os iranianos] foram avisados para não tentarem mais reconstruir seu programa de armas, especialmente as nucleares. No entanto, eles recomeçaram. Nós destruímos tudo e eles querem reiniciar”, declarou Trump.
Em seu discurso sobre o Estado da União, ele enfatizou que, embora haja negociações em andamento, não pode permitir que o Irã obtenha armas de destruição em massa.
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Trump destacou que sua preferência é resolver a questão por meio da diplomacia, mas deixou claro que “jamais permitirei que o maior patrocinador do terrorismo no mundo possua uma arma nuclear”. Ele também alertou que, em breve, o Irã terá mísseis capazes de atingir os Estados Unidos.
O discurso do Estado da União é uma oportunidade para o presidente destacar os principais feitos de seu governo, sendo realizado em uma sessão conjunta do Congresso e transmitido ao vivo. Este ano, o discurso ocorre em um contexto desafiador para Trump, com uma pesquisa da CNN indicando que apenas 32% dos americanos acreditam que ele tem priorizado as questões corretas.
Trump reiterou que, caso o Irã não negocie um novo acordo nuclear que seja justo para todas as partes, ele tomará medidas. O presidente mencionou o envio de forças, incluindo o porta-aviões Abraham Lincoln e caças F-35, para a região. Em resposta, autoridades iranianas rejeitaram a ideia de negociações sob pressão.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que as conversas só ocorrerão sem ameaças. Ele também alertou que as Forças Armadas do Irã estão prontas para responder de forma imediata a qualquer agressão. A tensão entre os dois países aumentou neste ano, especialmente após protestos no Irã contra a inflação.
Trump advertiu que tomaria medidas severas caso o governo iraniano reprimisse violentamente os manifestantes. Durante os protestos, um bloqueio de internet foi imposto, conforme relatado por grupos de direitos humanos. Ali Shamkhani, conselheiro do líder supremo do Irã, declarou que qualquer ataque dos EUA seria visto como o “início de uma guerra”.
Autor(a):
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.