Trump ordena operação militar na Venezuela e captura Maduro! Petroleiros venezuelanos desafiam bloqueio dos EUA em operação ousada. Saiba mais!
Em uma operação coordenada, 16 petroleiros venezuelanos conseguiram ultrapassar o bloqueio marítimo imposto pelos Estados Unidos. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, pelo jornal. As embarcações desafiaram as restrições do governo republicano contra a Venezuela, após a prisão do partido PSUV no sábado, 3 de janeiro.
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De acordo com o New York Times, quatro dos navios foram localizados por satélite a 48 quilômetros da costa venezuelana. As embarcações utilizaram nomes falsos e manipularam suas posições geográficas para contornar o bloqueio. Os outros doze petroleiros permanecem com a localização desconhecida.
As embarcações partiram de seus locais de origem sem a autorização do governo interino venezuelano.
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O jornal aponta que a ação representa um ato de insubordinação ao controle exercido pelos Estados Unidos. A presidente interina, em colaboração com os EUA, divulgou um comunicado no domingo, 4 de janeiro, confirmando o bloqueio aos petroleiros, uma medida implementada por Donald Trump em 16 de dezembro.
Após a prisão de Maduro, o secretário de Estado norte-americano, em declaração no domingo, 4 de janeiro, reafirmou a vigência da medida.
Donald Trump anunciou no sábado, 3 de janeiro, em seu perfil na rede social Truth Social, que os EUA realizaram uma operação militar contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, afirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da sexta-feira, 2 de janeiro.
A operação foi realizada na madrugada de sábado e envolveu ataques a 4 alvos no país com 150 caças e bombardeios, que decolaram de diferentes pontos e neutralizaram sistemas de defesa aérea venezuelanos. Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana, para capturar Maduro.
A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos.
Há questionamentos quanto ao fato de os EUA realizarem uma operação militar em outro país sem aprovação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas. Trump declarou que essa aprovação é desnecessária. No entanto, surgem dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA.
A operação, resultado de meses de tensões entre os dois países, deveria ter sido previamente aprovada pelo Congresso dos EUA. O secretário de Estado, afirmou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.