Operação Militar Norte-Americana no Oriente Médio
O Comando Central dos Estados Unidos anunciou na terça-feira, 17 de março de 2026, o lançamento de operações com bombas de penetração profunda contra baterias anti-embarcações do Irã ao longo do estreito de Ormuz. A ação visa reabrir a importante rota marítima de 33 quilômetros de largura na região do Oriente Médio, que permanece bloqueada pelo Irã desde 2025, em uma estratégia para pressionar a economia global.
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A república islâmica iraniana busca forçar outros países a exigirem o fim dos ataques norte-americanos, considerando que o bloqueio afeta o transporte de mais de 14 milhões de barris diários de petróleo. A medida tem gerado tensões internacionais e impactado o comércio global.
Ações e Objetivos
As forças norte-americanas utilizaram munições de penetração profunda de 5.000 libras (cerca de 2.300 kg) contra posições fortificadas de mísseis iranianos na costa do Irã, próximo ao estreito de Ormuz. Segundo o Centcom, essa ação visa mitigar o risco que os mísseis de cruzeiro antinavio representavam para a navegação internacional na região.
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Reações e Críticas
Em 14 de março, o presidente dos EUA, Donald Trump, lançou uma iniciativa para reabrir o estreito de Ormuz. No entanto, após a rejeição de aliados da Otan, que se recusaram a deslocar tropas para a área, Trump expressou descontentamento com o apoio internacional.
Ele criticou a Otan, argumentando que os Estados Unidos arcam com a maior parte dos custos de proteção aos países membros, enquanto estes não contribuem de forma significativa.
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Trump também questionou o apoio do Japão, Austrália e Coreia do Sul, afirmando que os EUA não necessitam da ajuda de terceiros em momentos de crise. A declaração foi feita na plataforma Truth Social, refletindo a postura isolacionista do presidente.
