Donald Trump revela que o Irã busca um acordo, mas hesita em abandonar seu programa nuclear. Tensão aumenta com promessas de ação dos EUA!
Na terça-feira (24), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o Irã está mais interessado em um acordo do que os próprios EUA, mas ainda hesita em afirmar claramente que não desenvolverá armas nucleares. Essa declaração ocorreu durante um almoço com jornalistas, antes de seu discurso sobre o Estado da União, que também seria realizado na mesma data, em grande parte de forma reservada.
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Trump também previu que os próximos três anos serão os melhores economicamente para os EUA. Em seu discurso, ele deve focar na economia, propondo novos cortes de impostos para empresas e indivíduos. Além disso, anunciará acordos com grandes empresas de tecnologia e inteligência artificial, visando que elas assumam uma parte maior dos custos de eletricidade de seus data centers.
O presidente Trump reiterou que, caso o Irã não negocie um novo acordo nuclear que seja justo para todas as partes, os EUA estarão prontos para agir. Ele mencionou o envio de um porta-aviões, o Abraham Lincoln, e caças F-35 para a região. Em resposta, autoridades iranianas rejeitaram a ideia de negociações sob pressão dos Estados Unidos.
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O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que as conversas só poderão ocorrer em condições adequadas. Ele também alertou que as Forças Armadas do Irã estão preparadas para responder de forma imediata e contundente a qualquer agressão contra o território, espaço aéreo ou águas do país.
A escalada das tensões entre Irã e EUA neste ano começou com manifestações no país persa, onde a população se revoltou contra a inflação alta. Trump advertiu que tomaria medidas severas caso o governo iraniano reprimisse as manifestações de forma violenta, afirmando que os EUA estavam “prontos e armados”.
Durante os protestos, um bloqueio de internet foi imposto, segundo grupos de direitos humanos.
Ali Shamkhani, conselheiro do líder supremo do Irã, declarou que qualquer ataque dos Estados Unidos seria visto como o “início de uma guerra”.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.