Trump e Xi Jinping: A química de 2017 e a crise atual nas relações EUA-China

A visita de Donald Trump à China em 2017 parecia promissora, mas as relações EUA-China mudaram drasticamente. Descubra como!

Relações EUA-China: Uma Análise da Visita de Trump em 2017

Durante uma visita de Estado à China em novembro de 2017, o então presidente dos EUA, Donald Trump, elogiou a “ótima química” que tinha com o líder chinês, Xi Jinping. Na ocasião, as autoridades chinesas receberam Trump com honras, incluindo um tour privado pela cidade, eventos culturais como uma apresentação de ópera de Pequim e uma cerimônia de boas-vindas com a participação de centenas de crianças em frente ao Grande Salão do Povo, o centro político moderno da capital.

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Trump retribuiu a cordialidade, expressando sua gratidão a Xi em uma postagem no Twitter e elogiando-o durante um discurso conjunto, afirmando que o povo chinês estava “muito orgulhoso” de seu líder. A visita foi uma oportunidade para Pequim mostrar sua posição como uma potência global em igualdade de condições.

Contudo, o panorama atual é bastante distinto.

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Desde então, as relações entre os dois países enfrentaram desafios significativos, incluindo uma guerra comercial, os efeitos da pandemia de Covid-19, uma corrida tecnológica, tensões em torno da ilha de Taiwan e uma retórica cada vez mais acalorada.

Durante o segundo mandato de Trump, as relações se deterioraram ainda mais, em parte devido às tarifas retaliatórias impostas. Enquanto outros países buscavam acordos com os EUA para minimizar os impactos econômicos, a China se adaptou e ampliou suas exportações para outros mercados, demonstrando uma resiliência comercial que muda o tom do encontro entre as duas nações nesta nova fase.

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