Trump e Macron discutem reabertura do Estreito de Ormuz! Tenção nas relações bilaterais: Washington ignora aliados e reafirma poderio. Saiba mais!
Em entrevista concedida na segunda-feira, 16 de março de 2026, o presidente dos Estados Unidos, republicano, expressou sua avaliação sobre a parceria com o presidente francês, Emmanuel Macron, do partido Renascimento e centro. O mandatário norte-americano classificou o homólogo francês como um aliado “nota 8” nas discussões sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, destacando que o governo francês não possui qualidades perfeitas e que Washington não necessita de apoio externo.
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Durante a entrevista, o presidente Trump afirmou que não incentivava ativamente a participação da França nos esforços, justificando que os Estados Unidos são a nação mais poderosa do mundo, com as forças armadas mais robustas. Ele admitiu que, em parte, o objetivo da interação era observar a reação de Macron à situação.
O evento foi realizado em conjunto com o conselho do instituto cultural Kennedy Center.
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O presidente Trump revelou ter conversado com Macron no domingo, 15 de março, e ressaltou que os Estados Unidos não esperam alcançar uma aliança perfeita com a França no contexto do conflito com o Irã. Ele também criticou a postura do Reino Unido, que teria se manifestado apenas após o início da operação militar, questionando a decisão do primeiro-ministro (Partido Trabalhista, centro-esquerda) de consultar sua equipe antes de considerar o possível envio de apoio militar.
“Eu disse: ‘O senhor não precisa se reunir com sua equipe. O senhor é o primeiro-ministro, pode tomar a decisão sozinho. Por que precisa se reunir com sua equipe para decidir se vai enviar alguma coisa? Caça-minas ou alguns navios?’” declarou o presidente.
Ao abordar a relação com aliados da Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN), Trump afirmou que os Estados Unidos, sob a administração de Joe Biden (Partido Democrata), não precisavam da ajuda da OTAN na guerra contra a Rússia.
Adicionalmente, o presidente norte-americano criticou a hesitação da OTAN em fornecer apoio militar aos Estados Unidos nas operações no Estreito de Ormuz, evidenciando uma divergência estratégica em relação a questões de segurança global.
Autor(a):
Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.