Negociações entre EUA e Cuba em Foco
Na segunda-feira (2), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou a repórteres que está em conversações com líderes cubanos, apesar de classificar Cuba como uma “nação falida”. Trump afirmou que o país não está recebendo apoio financeiro da Venezuela ou de qualquer outra fonte.
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Além disso, Trump ameaçou impor tarifas a qualquer nação que forneça petróleo ao governo cubano. Ele mencionou que muitos exilados cubanos “gostariam de retornar” ou “pelo menos visitar familiares”, indicando que as negociações estão em um estágio avançado.
Confirmação de Cuba sobre as Conversas
Carlos Fernández de Cossío, vice-ministro das Relações Exteriores de Cuba, confirmou que o país está em negociações com os EUA, mas destacou que ainda não se trata de um “diálogo” formal. Em entrevista à Reuters, Cossío explicou que houve trocas de mensagens e comunicações, mas não uma mesa de diálogo estabelecida.
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Ele enfatizou que Washington está ciente de que Cuba está “pronta para ter uma conversa séria, significativa e responsável”. Esta é a primeira vez que Cuba admite conversas com os EUA desde que a operação americana na Venezuela, um aliado histórico, interrompeu o fornecimento de petróleo ao país.
Reações e Declarações de Trump
Trump mencionou no domingo (1º) que as negociações começaram com “as pessoas mais importantes de Cuba” e que seu governo está disposto a “fazer um acordo com Cuba”. No entanto, Cuba negou que as negociações estivessem em andamento, com o presidente Miguel Díaz-Canel rejeitando qualquer conversa sob “ameaças” ou “coerção”.
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O presidente Trump já havia declarado anteriormente que Cuba representa “uma ameaça incomum e extraordinária” à segurança nacional dos EUA, o que adiciona um contexto tenso às atuais negociações.
