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Trump causa instabilidade no comércio global com tarifas recém-introduzidas

A partir de dentro de 7 dias, entrará em vigor o aumento tarifário; o Brasil se encontra entre os países afetados pelas novas taxas.

Por: Pedro Santana

01/08/2025 6:16

4 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

O presidente Donald Trump assinou nesta quinta-feira, 31, um decreto que estabelece tarifas mais elevadas a dezenas de países, visando reestruturar o comércio mundial em benefício dos Estados Unidos.

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As novas tarifas alfandegárias de Trump, caracterizadas por uma perspectiva mercantilista nas relações comerciais, não entrarão em vigor imediatamente, mas em sete dias. Uma fonte de alto escalão justificou a mudança.

A Casa Branca afirmou que a reestruturação do comércio mundial, em benefício dos trabalhadores americanos, foi um dos pontos destacados nos novos anúncios de taxas.

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Ameaças externas.

O objetivo é “abordar ainda mais o déficit comercial anual crescente de bens dos Estados Unidos” e “proteger o país das ameaças estrangeiras à segurança nacional e à economia”, acrescentou.

As taxas recentes atingem 41% para a Síria, seguidas pela Suíça com 39%. A Argélia terá 30%, Bangladesh 20%, Laos 40%, e Índia 25%.

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O Canadá também sofreu um revés, com as taxas subindo de 25% para 35%, com exceção dos produtos amparados pelo T-MEC.

O Canadá não colaborou para diminuir o fluxo contínuo de fentanil e outras substâncias ilícitas, e adotou medidas retaliatórias contra os Estados Unidos, criticou a Casa Branca. “Os cartéis mexicanos operam cada vez mais laboratórios de síntese de fentanil e nitazeno no Canadá”, acrescentou, sobre dois opióides sintéticos que preocupam os Estados Unidos.

A União Europeia (UE), Japão e Coreia do Sul, alguns dos poucos parceiros que conseguiram renegociar as tarifas, estarão sujeitos a 15%, assim como a maior parte dos países. Reino Unido, Vietnã, Indonésia e Filipinas fecharam acordos preliminares.

Brasil e México

Os encargos foram elevados para 15% para Costa Rica, Bolívia e Equador, e os valores previstos para Venezuela (15%) e Nicarágua (18%) permaneceram inalterados.

O Brasil figura com 10%, válido até 6 de agosto. O governo americano informou que incluirá 40 pontos percentuais, totalizando 50%, em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, acusado de tentativa de golpe de Estado.

Trump demonstrou tolerância em relação ao México, após dialogar por telefone com a senadora Claudia Sheinbaum. “Chegamos a concordar em estender por 90 dias o acordo vigente”, afirmou. “O objetivo é assinar um tratado dentro deste prazo ou até mais”, complementou.

O México continuará a pagar a taxa de 25% que lhe foi aplicada para incentivá-lo a combater o tráfico de fentanil, 25% nos automóveis, 50% no aço e alumínio e, a partir de sexta-feira, 50% no cobre. Os produtos incluídos no T-MEC, do qual fazem parte México, Estados Unidos e Canadá, estavam isentos de tarifas, ou seja, a sua grande maioria.

A melhor concordância possível foi atingida quando comparada com outros países, destacou Claudia. Seu país, que estava exposto a tarifas adicionais de 30%, concordou em eliminar imediatamente suas inúmeras barreiras comerciais não tarifárias, acrescentou Trump.

Destroem as regras

Wendy Cutler, vice-presidente sênior do Asia Society Policy Institute, considera que “o decreto e os acordos” finalizados nos últimos meses “destroem o manual de regras comerciais que regulamentou o comércio internacional desde a Segunda Guerra Mundial”.

Se nossos parceiros conseguem mantê-lo sem que os Estados Unidos ainda seja uma questão em aberto, acrescentou.

A China foi afastada do acordo devido ao fato de sua trégua não ter vencido em 12 de agosto, momento em que as tarifas podem voltar a ser mais elevadas.

Até então, a maioria dos países enfrentava a alíquota mínima universal de 10% aplicada e as taxas sobre determinados produtos, como 50% sobre o alumínio e o aço e 25% sobre os automóveis. A partir de sexta-feira, entrarão em vigor sobretaxas de 50% para os produtos fabricados com cobre.

As tarifas geram preocupação entre os economistas. São vistas como um fator inflacionário, considerando que a inflação atingiu 2,6% em junho, conforme o Índice PCE divulgado nesta quinta-feira, e também para o crescimento dos Estados Unidos.

O emprego de tarifas como instrumento de pressão para obter acordos comerciais vantajosos para os Estados Unidos levou a disputas judiciais. Na quinta-feira, ocorreu uma audiência em um tribunal de apelações de Washington para verificar se Trump ultrapassou seus poderes constitucionais ao aplicar essas tarifas. A Casa Branca alertou que irá recorrer à Suprema Corte caso a decisão seja desfavorável.

Fonte por: Carta Capital

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Pedro Santana

Ex-jogador de futebol profissional, Pedro Santana trocou os campos pela redação. Hoje, ele escreve análises detalhadas e bastidores de esportes, com um olhar único de quem já viveu o outro lado. Seus textos envolvem os leitores e criam discussões apaixonadas entre fãs.

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