Donald Trump discursa no Kennedy Center e revela planos para reunir-se com empresas petrolíferas, prevendo queda nos preços do petróleo. Confira!
Na terça-feira (6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proferiu um discurso no Kennedy Center, em Washington, D.C., voltado para membros republicanos da Câmara dos Representantes. Durante sua fala, Trump anunciou que se reunirá em breve com empresas do setor petrolífero, prevendo uma queda nos preços do petróleo.
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“Vamos nessa. Você sabe do que se trata. Há muito petróleo para extrair, o que deve derrubar ainda mais os preços”, declarou Trump. Ele também comentou sobre uma operação militar realizada na madrugada de sábado (3), a qual classificou como complexa. “Foram 152 aviões e muitas tropas em terra.
Ninguém morreu do lado dos EUA, enquanto do outro lado muitas pessoas faleceram, principalmente cubanos”, revelou.
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Trump destacou que a eletricidade foi cortada em quase todo o país durante a operação, o que levou os envolvidos a perceberem que havia um problema. “Não havia eletricidade”, acrescentou. O presidente também mencionou a situação de Nicolás Maduro, que foi acusado de tráfico de drogas em um tribunal de Manhattan na segunda-feira (5).
Trump expressou otimismo em relação à possibilidade de empresas petrolíferas americanas explorarem os recursos da Venezuela. Um alto funcionário da Casa Branca informou que o secretário de Energia, Chris Wright, e o secretário de Estado, Marco Rubio, liderarão os esforços para dialogar com as empresas em nome de Trump.
A correspondência com as companhias petrolíferas já começou e deve prosseguir.
Wright se reunirá com executivos do setor petrolífero esta semana para discutir a retomada das perfurações na Venezuela por empresas dos EUA. No entanto, fontes indicaram que, apesar das conversas, as empresas de energia estão relutantes em se comprometer com reinvestimentos no país.
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Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.